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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Míguez foi o artilheiro do Uruguai campeão de 1950


Oscar Miguez fez oito gols em duas Copas do Mundo

Quem é?


Jogador é o maior goleador uruguaio das Copas


Além de ganhar o título no Brasil, centroavante foi ao mundial da Suíça



Artilheiro do Uruguai na Copa do Mundo de 1950, quando a Celeste protagonizou o Maracanazo ao bater o Brasil na partida que decidiu o título, o centroavante Oscar Míguez não é tão lembrado pelos brasileiros quanto Schiaffino e Ghiggia (os carrascos daquele jogo), mas foi um dos maiores atacantes uruguaios da época. Além do mundial do Brasil, do qual foi vice-artilheiro com cinco gols (três a menos que o brasileiro Ademir), Míguez também foi titular em três dos cinco jogos do Uruguai na competição de 1954, disputada na Suíça, quando sua seleção terminou na quarta colocação. Fez três gols no torneio, totalizando oito em Copas do Mundo, o que o coloca como o maior goleador uruguaio da história do torneio, seguido de Diego Forlan (Copas de 2002 e 2010), que tem seis gols. Míguez é o homenageado de sábado, dia 19, da coleção "Os Caras das Copas", da Folha de São Paulo, que todo o dia traz figurinhas-caricaturas de jogadores que se destacaram em mundiais da Fifa. A figura do centroavante uruguaio é a número 236.

Maracanazo
Centroavante fez cinco gols na Copa do Mundo do Brasil
A Copa do Mundo do Brasil teve uma divisão de grupos irregular devido à desistência de três seleções classificadas. Com isso, houve duas chaves com quatro equipes, uma com três times e a última integrada apenas pelo Uruguai e a Bolívia. Nesse jogo isolado, a Seleção Uruguaia comandada pelo técnico Juan Lopez bateu os bolivianos por 8 a 0. Três dos cinco gols de Míguez na competição foram anotados nessa partida. A fase final do mundial brasileiro foi um quadrangular, com todos os primeiros colocados de grupos jogando entre si. Os outros dois gols de Míguez no mundial foram anotados na segunda rodada dessa fase, na vitória do Uruguai sobre a Suécia por 3 a 2.

O Brasil chegou à última rodada um ponto à frente do Uruguai, precisando apenas do empate para se classificar, mas a confiança em todo o país era tanta que todos esperavam uma goleada. Com o Maracanã abarrotado, o primeiro tempo terminou 0 a 0, com amplo domínio do Brasil. Mas a melhor chance do Uruguai foi uma bola na trave de Míguez. Na segunda etapa, aos dois minutos, Friaça inaugurou o marcador para a Seleção Brasileira. Os uruguaios conseguiram empatar aos 21 minutos com Schiaffino e calaram o estádio aos 34 minutos com o gol de Ghiggia, que garantiu o segundo título mundial dos uruguaios.

Peñarol foi o seu principal clube
Peñarol
O principal clube de Míguez durante sua carreira foi o Peñarol, onde atuou entre 1947 e 1959. Nesse período, a equipe alternou com o Nacional de Montevidéu a conquista de títulos do Campeonato Uruguaio. Nos 12 anos de Míguez no time, o Peñarol conquistou seis títulos uruguaios. O atacante foi duas vezes artilheiro da competição, em 1948 e em 1949. Os outros dois clubes em que o centroavante jogou foram o Sporting Cristal, do Peru, em 1960, e o Rampla Junior, também do Uruguai, entre 1960 e 1961.





OSCAR MIGUEZ NOS MUNDIAIS

Copa de 1950 - Brasil
2 de julho - Uruguai 8 x 0 Bolívia (Fase de grupos)
Obs.: Marcou o primeiro, terceiro e quarto gols da partida
9 de julho - Uruguai 2 x 2 Espanha (Fase final)
13 de julho - Uruguai 3 x 2 Suécia (Fase final)
Obs.: Marcou o segundo e terceiro gols do Uruguai
16 de julho - Uruguai 2 x 1 Brasil (Fase final)
Obs.: Uruguai campeão mundial

Copa de 1954 - Suíça
16 de junho - Uruguai 2 x 0 Tchecoslováquia (Fase de grupos)
Obs.: Marcou o primeiro gol do jogo
19 de junho - Uruguai 7 x 0 Escócia (Fase de grupos)
Obs.: Marcou o segundo e sexto gols da partida
26 de junho - Uruguai 4 x 2 Inglaterra (Quartas de final)


"Os Caras das Copas"
 A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas

Tarantini marcou no polêmico jogo contra o Peru

Tarantini disputou 12 partidas em Copas do Mundo

Quem é?


Lateral foi campeão mundial pela Argentina em 1978


Jogador foi titular na Copa disputada em casa e também no torneio da Espanha


Em 12 jogos pela Seleção Argentina válidos por Copas do Mundo, o lateral esquerdo Alberto Tarantini marcou apenas um gol, e foi justo na polêmica vitória por 6 a 0 sobre o Peru, que garantiu a presença de sua equipe na final do mundial de 1978, realizada na Argentina. Quatro dias depois dessa partida, o time se sagraria campeão mundial ao bater a Holanda. Além dessa Copa do Mundo, Tarantini disputou o torneio de 1982, na Espanha, no qual foi titular dos cinco jogos realizados pela Seleção Argentina, desclassificada na segunda fase após derrotas para Brasil e Itália. Tarantini é o homenageado da edição de quinta-feira, dia 18, da Folha de S.Paulo, na coleção "Os Caras da Copa", que traz, diariamente, figurinhas-caricaturas de jogadores que se destacaram em mundiais da Fifa. A figura de Tarantini é a número 237.



Campeão em casa
Tarantini foi titular nos sete jogos que levaram a Argentina ao título mundial de 1978. Comandada pelo técnico Cesar Luis Menotti, a Seleção Argentina terminou a fase de grupos da competição em segundo lugar de sua chave, atrás da Itália. Na segunda fase, os oito times classificados foram redistribuídos em duas chaves de quatro equipes. O vencedor de cada grupo seguiria direto para a final e o segundo colocado para a disputa do terceiro lugar. A Argentina garantiu a classificação na última partida, com vitória de 6 a 0 sobre o Peru. Tarantini foi o autor do segundo gol. A equipe de Menotti havia entrado em campo precisando vencer por quatro gols de diferença, pois um placar menor classificaria o Brasil, e alcançou o feito com sobras sobre a já desclassificada Seleção Peruana.

Tarantini na final contra a Holanda em 1978
Na final, os donos da casa tiveram pela frente a Holanda, que vinha do vice-campeonato da Copa de 1974, disputada na Alemanha, ainda encantando o mundo com o seu futebol-total. Empurrada pela torcida, que lotou o Monumental de Nuñes, a Argentina saiu na frente com gol de Kempes aos 38 minutos do primeiro tempo. Os holandeses chegaram ao empate faltando oito minutos para o apito final com Nanninga. Na prorrogação, gols de Kempes e Bertoni garantiram o primeiro título mundial da Argentina e encerraram o sonho de conquista da talentosa geração holandesa.

Libertadores

Campeão da Libertadores
Tarantini iniciou a carreira jogando pelo Boca Juniors, time pelo qual conquistou o seu principal título interclubes, o de campeão da Libertadores da América em 1997. A final da competição foi contra o Cruzeiro e teve de ser decidida em uma partida extra após uma vitória por 1 a 0 para cada lado. O jogo decisivo terminou o tempo regulamentar e prorrogação sem gols. A equipe argentina faturou a taça com vitória nos pênaltis por 5 a 4. Além do Boca, Tarantini defendeu mais dois clubes argentinos, o Talleres e o River Plate. Fora de seu país, vestiu as camisas do Birmingham City (Inglaterra), Bastia, Toulouse (ambos da França) e Saint Fallen (Suíça).



TARANTINI NOS MUNDIAIS

Copa de 1978 - Argentina
2 de junho - Argentina 2 x 1 Hungria (Fase de grupos)
6 de junho - Argentina 2 x 1 França (Fase de grupos)
10 de junho - Argentina 0 x 1 Itália (Fase de grupos)
14 de junho - Argentina 2 x 0 Polônia (Segunda fase)
18 de junho - Argentina 0 x 0 Brasil (Segunda fase)
21 de junho - Argentina 6 x 0 Peru (Segunda fase)
Obs.: Tarantini fez o segundo gol da Argentina
25 de junho - Argentina 3 x 1 Holanda (Final)
Obs.: Argentina campeã mundial

Copa de 1982 - Espanha
13 de junho - Argentina 0 x 1 Bélgica (Fase de grupos)
18 de junho - Argentina 4 x 1 Hungria (Fase de grupos)
23 de junho - Argentina 2 x 0 El Salvador (Fase de grupos)
29 de junho - Argentina 1 x 2 Itália (Segunda fase)
2 de julho - Argentina 1 x 3 Brasil (Segunda fase)


"Os Caras das Copas"
 A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Hwan classificou a Coreia do Sul contra a Itália

Jung-Hwan fez três gols em duas copas

Quem é?


Atacante é o maior goleador de seu país em mundiais


Jogador participou da 4ª colocação em 2002 e atuou também na Copa de 2006


Um dos heróis da Coreia do Sul na Copa de 2002, quando a equipe chegou na quarta colocação, a melhor de sua história, o atacante Jung-Hwan é também o maior artilheiro da seleção de seu país na história dos mundiais da Fifa, ao lado de Park Ji Sung, com três gols. Além da participação na competição em que a Coreia do Sul dividiu a organização com o Japão, Hwan também atuou no torneio de 2006, disputado na Alemanha, competição em que marcou um de seus gols. Já seu companheiro de artilharia, Ji Sung, disputou os mundiais de 2002, 2006 e 2010. Hwan é o homenageado desta quinta-feira, dia 17, na coleção "Os Caras das Copas", da Folha de S.Paulo, que diariamente publica figurinhas-caricaturas de jogadores que se destacaram nos mundiais da Fifa. A figura do atacante sul-coreano é a número 238.






Copa em casa
Comandada pelo técnico holandês Guus Hiddink, a Seleção Sul-coreana entrou no mundial de 2002 com o objetivo de conquistar uma vitória. Foi uma surpresa, e avançou muito além disso. Jung-Hwan atuou em todas as sete partidas da equipe no mundial, mas em três delas começou no banco de reservas. Na fase de grupos, isso aconteceu no primeiro e segundo jogos, contra Polônia (vitória sul-coreana por 2 a 0) e Estados Unidos (1 a 1), partida em que o atacante entrou aos 11 minutos do segundo tempo e fez o gol de empate aos 33 minutos. Outra partida em que começou no banco foi a semifinal, em que a Coreia do Sul foi derrotada pela Alemanha por 1 a 0.



Classificação contra a Itália
A partida em que marcou a carreira de Hwan foi a das oitavas de final, contra a Itália. E não parecia que seria assim: o atacante desperdiçou a chance de abrir o marcador ao perder um pênalti. E, aos 18 minutos, a Itália saiu em vantagem com gol de Vieri. Os sul-coreanos chegaram ao empate com Seol Ki Hyeon quando faltavam apenas dois minutos para acabar o tempo regulamentar. Aos 27 minutos da prorrogação, de cabeça, Jung-Hwan marcou o gol de ouro que classificou a Coreia do Sul. Antes de chegar à semifinal, a Coreia do Sul passou pela Espanha. Na disputa do terceiro lugar foi derrotada pela Turquia por 3 a 2.


Hwam jogou por oito clubes
Clubes
Ao longo de sua carreira, o atacante Jung-Hwan foi um verdadeiro andarilho: atuou por oito clubes de seis países diferentes, incluindo a sua terra natal, a Coreia do Sul. Na Europa, jogou em times da Itália (Perugia), França (Metz) e Alemanha (Duisburg). Na Ásia também defendeu clubes do Japão e da China, onde encerrou a carreira há dois anos. Foi campeão japonês em 2004 pelo Yokohama F.Marinos.






JUNG-HWAN NOS MUNDIAIS


Copa de 2002 - Japão/Coreia do Sul
4 de junho - Coreia do Sul 2 x 0 Polônia (Fase de grupos)
10 de junho - Coreia do Sul 1 x 1 Estados Unidos (Fase de grupos)
Obs.: Jung-Hwan fez o gol da Coreia do Sul
14 de junho - Coreia do Sul 1 x 0 Portugal (Fase de grupos)
18 de junho - Coreia do Sul 2 x 1 Itália (Oitavas de final)
Obs.: Jung-Hwan fez o segundo gol da Coreia do Sul
22 de junho - Coreia do Sul 0 x 0 Espanha - 5 a 3 nos pênaltis (Quartas de final)
25 de junho - Coreia do Sul 0 x 1 Alemanha (Semifinal)
29 de junho - Coreia do Sul 2 x 3 Turquia (Decisão do 3º lugar)

Copa de 2006 - Alemanha
13 de junho - Coreia do Sul 2 x 1 Togo (Fase de grupos)
Obs.: Jung-Hwan fez o segundo gol da Coreia do Sul
18 de junho - Coreia do Sul 1 x 1 França (Fase de grupos)
23 de junho - Coreia do Sul 0 x 2 Suíça (Fase de grupos)


"Os Caras das Copas"

A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Zoff: campeão do mundo aos 40 anos em 1982

Dino Zoff conquistou título de 1982 diante da Alemanha

Quem é?

Goleiro italiano esteve em quatro copas do mundo


Foi titular em três mundiais e viu do banco de reservas Itália ser vice em 1970


Convocado para quatro Copas do Mundo, o goleiro italiano Dino Zoff conquistou o título de campeão do mundo aos 40 anos, no torneio disputado na Espanha, em 1982. Titular também nas competições disputadas em 1974 e 1978, e reserva em 1970, o goleiro esteve perto de ficar com o título em duas dessas três outras oportunidades. No mundial do México, viu do banco de reservas a Itália ser vice, sendo derrotada pelo Brasil na final. E, em 1978, sua seleção ficou com o quarto lugar, perdendo a decisão da terceira posição novamente para a Seleção Brasileira, por 2 a 1. Com 17 partidas jogadas em mundiais da Fifa, é o quinto jogador italiano com mais jogos na competição. Zoff também foi campeão da Eurocopa pela Seleção Italiana em 1968, em título conquistado com vitória de 2 a 0 sobre a Iugoslávia. O goleiro é o homenageado desta quarta-feira, dia 16, na coleção "Os Caras das Copas", da Folha de S.Paulo, que publica diariamente uma figurinha-caricatura de um jogador que se destacou em mundiais. A figura de Zoff é a número 239.



Campeão na Espanha
Goleiro fez 17 jogos em Copas
O início da participação da Itália na Copa do Mundo de 1982 em nada indicava que o time chegaria ao título mundial. A equipe comandada pelo técnico Enzo Bearzot, o mesmo que quatro anos antes havia ficado com o quarto lugar no mundial da Argentina, empatou as três partidas da fase de grupos. Ficou em segundo lugar da chave (atrás da Polônia) com o mesmo número de pontos que a Seleção de Camarões, ficando à frente dos africanos por ter marcado um gol a mais. Só a partir da segunda fase, em que os 12 classificados foram divididos em grupos de três equipes, é que a Itália mostrou futebol de campeão. Zoff foi titular em todos os jogos, como havia ocorrido em 1978 e em 1974. Na partida contra o Brasil, que garantiu a classificação para a semifinal, fez grandes defesas, mas a estrela do jogo acabou sendo Paolo Rossi, autor dos três gols da vitória por 3 a 2. Na semifinal, a Itália passou pela Polônia por 2 a 0. Na decisão bateu a Alemanha por 3 a 1, com gols de Paolo Rossi, Tardelli e Altobelli para os italianos, e Paul Breitner descontando para os alemães.


Juventus

Zoff: campeão também como técnico
O principal clube defendido por Zoff foi a Juventus de Turin. Com o time conquistou a Copa da Uefa da temporada 1976-1977, ao bater o Atlético de Bilbao. Foi uma decisão equilibrada. No primeiro jogo, em Turim, a Juventus venceu por 1 a 0. No jogo de volta, na Espanha, o Atlético bateu os italianos por 2 a 1, mas a Juventus ficou com a taça por ter anotado um gol fora de casa. O goleiro também foi campeão italiano seis vezes e venceu duas vezes a Copa da Itália. Antes da Juventus, aonde chegou em 1972 e encerrou a carreira em 1983, havia defendido a Udinese, o Montova e o Napoli. Após pendurar as luvas, Zoff se tornou técnico e voltou a conquistar uma Copa da Uefa, na temporada 1989-1990, também pela Juventus. O adversário batido na final foi a Fiorentina. Nessa mesma temporada conquistou a Copa da Itália.


ZOFF NOS MUNDIAIS


Copa de 1974 - Alemanha
15 de junho - Itália 3 x 1 Haiti (Fase de grupos)
19 de junho - Itália 1 x 1 Argentina (Fase de grupos)
23 de junho - Itália 1 x 2 Polônia (Fase de grupos)

Copa de 1978 - Argentina
2 de junho - Itália 2 x 1 França (Fase de grupos)
6 de junho - Itália 3 x 1 Hungria (Fase de grupos)
10 de junho - Itália 1 x 0 Argentina (Fase de grupos)
14 de junho - Itália 0 x 0 Alemanha (Segunda fase)
18 de junho - Itália 1 x 0 Áustria (Segunda fase)
21 de junho - Itália 1 x 2 Holanda (Segunda fase)
24 de junho - Itália 1 x 2 Brasil (Disputa do 3º lugar)

Copa de 1982 - Espanha
14 de junho - Itália 0 x 0 Polônia (Fase de grupos)
18 de junho - Itália 1 x 1 Peru (Fase de grupos)
23 de junho - Itália 1 x 1 Camarões (Fase de grupos)
29 de junho - Itália 2 x 1 Argentina (Segunda fase)
5 de julho - Itália 3 x 2 Brasil (Segunda fase)
8 de julho - Itália 2 x 0 Polônia (Semifinal)
11 de julho - Itália 3 x 1 Alemanha (Final)
Obs.: Itália campeã mundial

"Os Caras das Copas"
A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Banks: campeão mundial imortalizado por Pelé


Banks esteve em três copas e atuou em duas delas

Quem é?


Goleiro conquistou a Copa de 1966


Jogador ficou sem tomar gols da fase de grupos até a semifinal do mundial


Titular da Seleção Inglesa que conquistou a Copa do Mundo de 1966, disputada em seu país, o goleiro Gordon Banks é mais lembrado e reverenciado pela defesa antológica que fez na cabeçada de Pelé na fase de grupos do mundial de 1970, no México, do que pelo título de quatro anos antes. Naquela partida todos já viam a bola dentro do gol: Pelé subiu e cabeceou certeiro no canto inferior direito do goleiro; Banks se jogou, arqueou o corpo durante o salto e conseguiu dar um tapa na bola, mandando-a para fora. É até hoje considerada uma das maiores, se não a maior, defesa em Copas do Mundo. O Brasil acabou vencendo a partida por 1 a 0. A Inglaterra se classificou para as quartas de final, mas foi eliminada pela Alemanha, com derrota por 3 a 2, em partida em que Banks não atuou por ter passado mal no dia anterior. O goleiro também esteve no mundial de 1962, no Chile, mas ficou apenas no banco. Banks é o homenageado desta terça-feira, dia 15, na coleção "Os Caras das Copas", da Folha de S.Paulo, que todo o dia traz uma figurinha-caricatura de um jogador que se destacou em mundiais. O desenho de Banks é o número 240.



Campeão Mundial
Goleiro ficou 442 minutos sem ser vazado em 1966
Banks jogou as seis partidas que levaram a Inglaterra ao título da Copa de 1966. O goleiro escalado pelo técnico Alf Ramsey - ex-zagueiro que esteve na Copa do Mundo de 1950, no Brasil - ficou sem tomar gols na fase de grupos e nas quartas de final. Foi vazado pela primeira vez na competição na semifinal contra Portugal, equipe surpresa do torneio, quando faltavam oito minutos para o fim do jogo. A Inglaterra vencia por 2 a 0 quando Eusébio bateu o pênalti que acabou com a invencibilidade de Banks no mundial. No total, o goleiro ficou 442 minutos sem sofrer gols na competição. Na final, contra a Alemanha, Banks seria vazado mais duas vezes. O jogo terminou 2 a 2 no tempo regulamentar, com Haller e Weber marcando para a Alemanha, e Hurst e Peters para os ingleses. Na prorrogação, Hurst fez mais dois gols, garantindo a vitória por 4 a 2 e se tornando o herói do até hoje único título mundial da Inglaterra.

Início tardio
Banks: profissional aos 22 anos
O goleiro campeão do mundo pela Inglaterra abraçou a carreira de jogador de futebol tardiamente. Ele se profissionalizou somente aos 22 anos pelo Chesterfield, da terceira divisão inglesa. Foram sete meses no clube até chamar a atenção do Leicester, onde chegou para ser reserva, mas algum tempo depois assumiu a camisa 1. Nessa equipe, Banks conquistou a Copa da Liga Inglesa de 1964. Esse mesmo título ele levantaria pelo Stoke City, seu segundo clube na principal divisão da Inglaterra, em 1972. Nesse mesmo ano, Banks sofreu um acidente de automóvel que teve como sequela a perda da visão do olho direito. O goleiro ainda continuou jogando, por equipes dos Estados Unidos, mas nunca mais teve o mesmo desempenho. Pendurou definitivamente as luvas em 1978.




BANKS NOS MUNDIAIS

Copa de 1966 - Inglaterra
11 de julho - Inglaterra 0 x 0 Uruguai (Fase de grupos)
16 de julho - Inglaterra 2 x 0 México (Fase de grupos)
20 de julho - Inglaterra 2 x 0 França (Fase de grupos)
23 de julho - Inglaterra 1 x 0 Argentina (Quartas de final)
26 de julho - Inglaterra 2 x 1 Portugal (Semifinal)
30 de julho - Inglaterra 4 x 2 Alemanha (Final)
Obs.: Inglaterra campeã mundial

Copa de 1970 - México
2 de junho - Inglaterra 1 x 0 Romênia (Fase de grupos)
7 de junho - Inglaterra 0 x 1 Brasil (Fase de grupos)
11 de junho - Inglaterra 1 x 0 Tchecoslováquia (Fase de grupos)


"Os Caras das Copas"
A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Ribery jogou pela primeira vez pela França na Copa

Ribery marcou contra a Espanha nas oitavas de final da Copa de 2006

Quem é?


Estreia do meia na seleção foi no mundial de 2006


Jogador fez dez partidas pela equipe de seu país em dois mundiais


Ganhador do prêmio de melhor jogador da Europa na temporada 2012/13, o francês Franck Ribery estreou pela Seleção Francesa em grande estilo: em jogo válido pela Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. A primeira partida dele pela seleção principal de seu país foi no confronto de estreia da França naquele mundial, contra a Suíça, que terminou em empate sem gols. O meia do Bayern foi um dos titulares da equipe comandada pelo técnico Raymond Domenech que terminou aquela competição com o vice-campeonato. Além desse mundial, Ribery também foi titular na Copa de 2010, na África do Sul, torneio em que a França foi um fiasco, sendo eliminada na fase de grupos. O jogador francês é o homenageado desta segunda-feira, dia 14, na coleção "Os Caras das Copas", da Folha de S.Paulo, que diariamente publica uma figurinha-caricatura de um jogador que se destacou nos mundiais da Fifa. A figura de Ribery é a número 241.



Copa do Mundo 2006
França ficou com o vice na Alemanha
Ribery jogou as sete partidas da campanha da França na Copa do Mundo de 2006. Somente no segundo jogo, contra a Coreia do Sul, não começou como titular, entrando no time aos 15 minutos do segundo tempo. A partida terminou empatada em 1 a 1. A França não teve uma fase de grupos que indicasse que chegaria longe na competição. Após a única vitória nessa etapa da competição (2 a 0 sobre a seleção de Togo), a equipe terminou em segundo lugar na chave, atrás da Suíça. Ribery marcou seu único gol em Copas do Mundo no jogo das oitavas de final, em que a França bateu a Espanha por 3 a 1. O meia fez o gol de empate aos 41 minutos do primeiro tempo, 13 minutos após a Espanha ter aberto o marcador com David Villa. Na segunda etapa Vieira e Zidane marcaram para a França. Nas fases seguintes, a Seleção Francesa passou por Brasil e Portugal, com vitórias por 1 a 0. A final contra a Itália foi muito equilibrada, terminando a prorrogação em 1 a 1, com gols de Zidane para os franceses e Materazzi para os italianos. Na decisão por pênaltis deu Itália por 5 a 3.



Consagração no Bayern
Bayern deu os principais títulos
Ribery já vestiu a camisa de sete clubes, mas o principal é mesmo o Bayern de Munique onde conquistou, neste ano, seus títulos mais expressivos. Com o clube alemão levantou o caneco de campeão da Champions League, a Copa dos Campeões da Europa, da temporada 1012-13, em campanha marcada pelas goleadas por 4 a 0 e 3 a 0 sobre o Barcelona na semifinal. O título foi obtido com vitória de 2 a 1 sobre o também alemão Borussia Dortmund. E levantou a Supercopa Europeia 2013, após vitória nos pênaltis sobre o inglês Chelsea. Com a bola rolando o jogo terminou em 2 a 2, com Ribery marcando um dos gols do Bayern. Com o time de Munique, Ribery foi, ainda, três vezes campeão alemão.



RIBERY NOS MUNDIAIS

Copa de 2006 - Alemanha
13 de junho - França 0 x 0 Suíça (Fase de grupos)
18 de junho - França 1 x 1 Coreia do Sul (Fase de grupos)
23 de junho - França 2 x 0 Togo (Fase de grupos)
27 de junho - França 3 x 1 Espanha (Oitavas de final)
Obs.: Ribery fez o primeiro gol da França
1º de julho - França 1 x 0 Brasil (Quartas de final)
5 de julho - França 1 x 0 Portugal (Semifinal)
9 de julho - França 1 x 1 Itália - 3 x 5 nos pênaltis (Final)

Copa de 2010 - África do Sul
11 de junho - França 0 x 0 Uruguai (Fase de grupos)
17 de junho - França 0 x 2 México (Fase de grupos)
22 de junho - França 1 x 2 África do Sul (Fase de grupos)



"Os Caras das Copas"

A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas

Ademir: artilheiro da Copa do Mundo de 1950

Ademir fez quatro gols contra a Suécia

Quem é?


Atacante fez oito gols no mundial disputado no Brasil


Jogador é recordista brasileiro de gols em uma única partida em mundiais


A maior zebra que se abateu sobre o futebol brasileiro é capaz de ofuscar até hoje o brilho de um dos melhores atacantes que o País já teve, Ademir de Menezes: artilheiro da Copa do Mundo de 1950 com oito gols, mais número de vezes que um brasileiro balançou as redes adversárias em um mundial da Fifa, recorde igualado apenas 52 anos depois por Ronaldo Fenômeno no torneio de 2002. Ademir também é o recordista brasileiro de número de gols marcados em uma única partida: foram quatro na vitória por 7 a 1 sobre a Suécia na fase decisiva da Copa de 1950. Além de participar desse mundial, Ademir conquistou com a Seleção Brasileira o Campeonato Sul-Americano de 1949 e o Pan-Americano de 1952. O atacante é o homenageado deste domingo, dia 13, na coleção "Os Caras das Copas", da Folha de S.Paulo, que todo o dia traz uma figurinha-caricatura de um jogador que se destacou em mundiais da Fifa. A figura de Ademir é a 242.


A dor do vice
Ademir entre Zizinho (esquerda) e Jair da Rosa Pintop
Para a Copa do Mundo de 1950, o Brasil construiu o maior estádio do mundo, o Maracanã. A competição foi disputada em duas etapas: a fase de grupos, com 13 equipes; e a fase final, com quatro classificados jogando todos entre si para definir o campeão pelo maior número de pontos. Ademir foi titular em todas as seis partidas do time comandado pelo técnico Flávio Costa. Na fase de grupos, o atacante fez dois gols na estreia contra o México (vitória brasileira por 4 a 0) e abriu o marcador na vitória por 2 a 0 sobre a Iugoslávia, terceiro jogo da equipe. Só passou em branco no empate em 2 a 2 com a Suíça, a segunda partida brasileira na competição. Na fase final, Ademir novamente balançaria as redes adversárias em duas partidas. Depois dos quatro gols nos 7 a 1 sobre a Suécia (na época campeã olímpica), Ademir fez mais um gol na vitória de 6 a 1 sobre a Espanha. Não anotou no fatídico jogo final, contra o Uruguai. Nessa partida, ele participou a jogada que culminou com o gol de Friaça, abrindo o marcador no Maracanã aos dois minutos do segundo tempo. O Uruguai virou o jogo com gols de Schiaffino (aos 21 minutos) e Ghiggia (aos 34). A Celeste conquistava o seu segundo título mundial em um Maracanã tomado por uma multidão calada.

Ídolo do Vasco

Atacante conquistou
4 estaduais pelo Vasco
Durante toda a sua carreira, Ademir, que era conhecido como Queixada por causa do queixo protuberante, defendeu três equipes: o Sport, clube que o revelou; o Vasco; e o Fluminense. No time pernambucano conquistou o título estadual de 1941 e no tricolor carioca o estadual de 1946. Mas foi no Vasco que o atacante se tornou um grande ídolo, participando da equipe que foi conhecida como Expresso da Vitória, que cedeu à Seleção Brasileira de 1950 oito jogadores: Barbosa, Augusto, Friaça, Maneca, Ely, Danilo, Chico e Ademir. Ademir foi campeão carioca de 1945, 1950, 1952 e 1956 pelo clube de São Januário. Também participou da campanha que levou o time à conquista do Campeonato Sul-Americano de clubes de 1948 - primeiro título internacional do Vasco -, competição disputada no Chile que seria a base para a Libertadores da América. Ademir só não esteve na final, contra o River Plate, do craque Alfredo Di Stéfano, por causa de uma contusão.



ADEMIR NOS MUNDIAIS

Copa de 1950 - Brasil

24 de junho - Brasil 4 x 0 México (Fase de grupos)
Obs.: Ademir fez o primeiro e o quarto gols do Brasil
28 de junho - Brasil 2 x 2 Suíça (Fase de grupos)
1º de julho - Brasil 2 x 0 Iugoslávia (Fase de grupos)
Obs.: Ademir fez o primeiro gol do jogo
9 de julho - Brasil 7 x 1 Suécia (Fase final)
Obs: Ademir fez o primeiro, o segundo, o quarto e o quinto gols do Brasil
13 de julho - Brasil 6 x 1 Espanha (Fase final)
Obs.: Ademir fez o quinto gol do Brasil
16 de julho - Brasil 1 x 2 Uruguai (Fase final)

"Os Caras das Copas"

A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas