Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Taça Libertadores da América. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Taça Libertadores da América. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de maio de 2016

Tricolor quer repetir década de 1990

Raí comemora conquista da Libertadores 1992


História da taça


Depois de 1 a 0 em casa, veio o título da Libertadores


Toda vez que se classificou para a fase seguinte da Libertadores após vencer o primeiro jogo em casa pelo placar de 1 a 0, o São Paulo foi campeão. No entanto, a vitória pelo placar mínimo no confronto de ida das quartas-de-final da Libertadores sobre o Atlético-MG está longe de representar tranquilidade para os são-paulinos. Nas últimas três vezes que o Tricolor disputou fases eliminatórias e venceu a primeira partida em casa por 1 a 0 na Taça Libertadores, acabou eliminado na casa do adversário. Em compensação, nas duas vezes em que se envolveu em confrontos eliminatórios, venceu pelo placar mínimo em casa e conquistou o resultado que lhe garantiu a passagem à fase seguinte no campo adversário, o São Paulo se sagrou campeão. Isso aconteceu em 1992 e em 1993, em confrontos disputadíssimos com Criciúma e Cerro Porteño, do Paraguai, respectivamente.



Em 1992, o Tricolor venceu o Criciúma pelo placar mínimo na partida de ida das quartas-de-final, realizada no Morumbi. Com gol de Macedo aos 37 minutos do segundo tempo, a partida foi marcada pelas jogadas violentas e catimba, que inclusive levaram à expulsão do capitão do Criciúma, Itá, no segundo tempo. A atuação da arbitragem gerou reclamações do técnico Telê Santana. E bate boca via imprensa entre ele e o técnico do Criciúma, Levir Culpi. O segundo jogo também foi tenso, o que levou a expulsão dos astros das duas equipes, Raí do São Paulo e Jairo Lenzi do Criciúma. O time de Santa Catarina abriu o placar logo aos nove minutos do primeiro tempo com Soares de cabeça, após cruzamento de Jairo Lenzi pela esquerda. Ainda na primeira etapa, o Criciúma mandou uma bola na trave do gol defendido por Zetti. O São Paulo empatou aos sete minutos do segundo tempo, com Palhinha, após passe de Rai. A expulsão dos astros dos dois times ocorreu faltando cinco minutos para o encerramento da partida, após uma confusão ocorrida porque os reservas do São Paulo seguraram a bola após um lateral. Naquele ano, o São Paulo se sagraria campeão em cima do argentino Newll's Old Boys, depois de passar pelo Barcelona do Equador na semifinal.

São Paulo campeão da Libertadores em 1992

Em 1993 o sufoco se repetiu após vitória por 1 a 0 no primeiro jogo das semifinais contra o Cerro Porteño, do Paraguai, no Morumbi. O time paraguaio, comandado pelo técnico brasileiro Paulo César Carpeggiani se fechou na defesa no jogo de ida. O Tricolor quase abre o placar aos 12 minutos, quando Palhinha mandou a bola no travessão de cabeça. Pouco depois, Raí aproveitou a sobra de bola de uma jogada em que Palhinha dividiu com a zaga paraguaia e de perna direita mandou para o fundo do gol defendido por Mondragón. O segundo jogo foi equilibrado, mas na parte final da partida o time paraguaio pressionou bastante. Aos 43 minutos do segundo tempo Ronaldo Luís salvou o Tricolor da derrota tirando de cabeça, em cima da linha do gol defendido por Zetti, uma bola cabeceada após escanteio pelo lado esquerdo do ataque do Cerro Porteño. Na final, o São Paulo conquistou o título em cima do Universidade Católica, do Chile.

Time que conquistou a Libertadores em 1993


Em todos os jogos que o São Paulo acabou eliminado em fase de mata-mata da Libertadores após vencer o primeiro confronto em casa por 1 a 0, os adversários foram times brasileiros. Em 2007, nas oitavas-de-final, o Tricolor bateu o Grêmio pelo placar mínimo em São Paulo, mas acabou eliminado ao ser derrotado por 2 a 0 no jogo de volta. No ano seguinte, nas quartas-de-final, o time paulista bateu o Fluminense em casa por 1 a 0, mas no jogo de volta foi derrotado por 3 a 1. A última eliminação ocorreu no ano passado, nas oitavas-de-final. Tanto São Paulo quanto Cruzeiro venceram por 1 a 0 em seus domínios, mas os mineiros prosseguiram na competição após baterem o Tricolor nos pênaltis por 4 a 3.

DEPOIS DO PLACAR MAGRO

Libertadores 1992


Jogo de Ida

São Paulo 1 x 0 Criciúma

Gol: Macedo

Jogo de Volta

Criciúma 1 x 1 São Paulo

Gols: Soares (Criciúma); Palhinha (São Paulo)


Libertadores 1993


Jogo de Ida

São Paulo 1 x 0 Cerro Porteño (Paraguai)

Gol: Raí

Jogo de Volta

Cerro Porteño 0 x 0 São Paulo


Libertadores 2007


Jogo de Ida

São Paulo 1 x 0 Grêmio

Gol: Miranda


Jogo de Volta

Grêmio 2 x 0 São Paulo

Gols: Tcheco e Diego Souza


Libertadores 2008


Jogo de Ida

São Paulo 1 x 0 Fluminense

Gol: Adriano

Jogo de Volta

Fluminense 3 x 1 São Paulo

Gols: Washington (2) e Dodô (Fluminense); Adriano (São Paulo)


Libertadores 2015


Jogo de Ida

São Paulo 1 x 0 Cruzeiro

Gol: Centurión

Jogo de Volta

Cruzeiro 1 x 0 São Paulo
(4 x 3 nos pênaltis)

Gol: Leandro Damião

Veja também:

Coloque nos comentários sugestões de temas sobre os quais

você gostaria de ler aqui no blog HISTÓRIAS DA BOLA

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Galo leva vantagem sobre o Tricolor

Times já se enfrentaram oito vezes pela Taça Libertadores

História do jogo

Atlético 4 x 1 São Paulo, e três empates


Se depender da história do confronto entre São Paulo e Atlético-MG na Taça Libertadores da América, os são-paulinos podem preparar seus corações que as quartas-de-final não serão nada fáceis para os paulistas. Já os atleticanos tem bons motivos para ficar otimistas. Nos oito confrontos entre as duas equipes pela competição continental, o Galo leva ampla vantagem, com quatro vitórias. Houve, ainda, três empates e apenas uma vitória do time do Morumbi. Apesar de o confronto ter 44 anos de história na Libertadores, com a primeira disputa entre os clubes tendo ocorrido em 1972, a ampla vantagem do time mineiro foi construída apenas em 2013, ano em que foi campeão da competição, batendo o Olimpia, do Paraguai, na final. Naquele ano, o Galo aplicou a maior goleada do confronto: 4 a 1 no Estádio Independência.



Antes de 2013, ano em que as equipes se confrontaram quatro vezes, havia equilíbrio na disputa, apesar de ligeira vantagem do Galo. Os confrontos haviam ocorrido nas edições de 1972 e de 1978 do torneio sul-americano. Em 1972 pela primeira fase da competição foram dois empates: 2 a 2 no Mineirão e 0 a 0 no Morumbi. A equipe mineira era comandada por aquele que, vários anos depois, seria o mais celebrado técnico do São Paulo, o mestre Telê Santana. Na partida do Mineirão, em  30 de janeiro, o São Paulo teve o jogo nas mãos ao abrir 2 a 0 no marcador, com gols de Terto e Toninho Guerreiro, mas o Atlético conseguiu igualar o marcador com Vanderlei e depois o lendário Dadá Maravilha. Naquele ano, o Atlético acabou eliminado na primeira etapa da competição e o São Paulo caiu na segunda fase (semifinal). O argentino Independiente foi o campeão.

Telê Santana comandava o Atlético no início da década de 1970


Foi em 1978 que ocorreu o primeiro confronto em que não houve igualdade no placar. As disputas novamente ocorreram na primeira fase da competição. No jogo de ida, no Mineirão, a igualdade foi mantida, com as duas equipes empatando em 1 a 1. O uruguaio Dario Pereira marcou para o São Paulo, enquanto Serginho (não o Chulapa) empatou para os mineiros. Foi no Morumbi, em 9 de abril de 1978, que o Atlético começou  a construir sua vantagem no confronto. A equipe mineira venceu por 2 a 1 com gols de Serginho e Paulo Isidoro, enquanto Miranda anotou para o Tricolor. As trajetórias das equipes se inverteram na competição naquele ano em relação a 1972. O Tricolor foi eliminado na primeira fase e o Atlético na segunda (semifinal). Novamente o título ficou com um argentino, o Boca Juniors.

Dario Pereira fez o gol do São Paulo no empate do Mineirão


Nos quarto confrontos seguintes, todos em 2013, o Atlético consolidou a sua vantagem sobre o Tricolor com um time comandado por Ronaldinho Gaúcho dentro de campo e pelo técnico Cuca fora dele. A equipe mineira conquistou a Libertadores daquele ano contando ainda com nomes como o goleiro Vitor, o zagueiro Raver e os atacantes Bernard, Jô e Diego Tardelli. Foi na fase de grupos que o São Paulo conquistou sua única vitória sobre o Galo nesses confrontos. Foi no jogo de volta (na partida de ida o Atlético venceu por 2 a 1 ), no Morumbi, no dia 17 de abril: 2 a 0, com gols de Rogério Ceni (pênalti) e Ademilson. Os dois times voltaram a se enfrentar nas oitavas-de-final, e a superioridade do time mineiro foi gritante, tanto que no segundo jogo dessa etapa, no dia 8 de maio, o Galo aplicou o maior placar de todos os confrontos: 4 a 1, no Mineirão (na primeira partida das oitavas, o Galo também venceu, por 2 a 1, em São Paulo). Três dos quatro gols do Atlético foram marcados por Jô, enquanto Tardelli anotou um. Luis Fabiano fez o gol de honra do São Paulo quando o jogo estava 4 a 0.

Ronaldinho Gaúcho comandou o Atlético em 2013


SÃO PAULO E ATLÉTICO NA LIBERTADORES



Libertadores 1972 - Primeira fase

Atlético-MG 2 x 2 São Paulo
Data e local: 30 de janeiro no Mineirão
Gols: Vanderlei e Dada Maravilha para o Atlético; Toninho Guerreiro e Terto para o São Paulo

Libertadores 1972 - Primeira fase
São Paulo 0 x 0 Atlético-MG
Data e local: 9 de março no Estádio do Morumbi

Libertadores 1978 - Primeira fase
Atlético-MG 1 x 1 São Paulo
Data e local: 15 de março no Mineirão
Gols: Serginho para o Atlético; Dario Pereira para o São Paulo

Libertadores 1978 - Primeira fase
São Paulo 1 x 2 Atlético-MG
Data e local: 9 de abril no Estádio do Morumbi
Gols: Mirandinha para o São Paulo; Paulo Isidoro e Serginho para o Atlético

Libertadores 2013 - Primeira fase
Atlético-MG 2 x 1 São Paulo
Data e local: 13 de fevereiro em Estádio Independência
Gols: Réver e Jô para o Atlético; Aloísio para o São Paulo

Libertadores 2013 - Primeira fase
São Paulo 2 x 0 Atlético-MG
Data e local: 17 de abril no Estádio do Morumbi
Gols: Rogério Ceni e Ademilson

Libertadores 2013 - Oitavas de final
São Paulo 1 x 2 Atlético-MG
Data e local: 2 de maio de 2013 no Morumbi
Gols: Jadson para o São Paulo; Ronaldinho Gaúcho e Diego Tardelli para o Atlético

Libertadores 2013 - Oitavas de final
Atlético-MG 4 x 1 São Paulo
Data e local: 8 de maio no Estádio Independência
Gols: Jô (3) e Diego Tardelli para o Atlético; Luís Fabiano para o São Paulo


Veja também:


Coloque nos comentários sugestões de temas sobre os quais temas

você gostaria de ler aqui no blog HISTÓRIAS DA BOLA

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Tricolor tem melhor desempenho desde 2010

Rogério perdeu pênalti, mas depois defendeu duas cobranças do Universitário

História do jogo


São Paulo nas quartas de final da Libertadores


E já se vão seis anos desde que o São Paulo conseguiu conquistar pela última vez uma vaga nas quartas-de-final da Taça Libertadores da América, como deve ocorrer nesta quarta-feira, dia 4, em confronto com o Toluca do México, na casa do adversário - graças à vitória por 4 a 0 conquistada no Morumbi na semana passada. Da última vez que o Tricolor passou pelas oitavas-de-final, não foi tão fácil. Foi emoção até o fim. A classificação foi garantida na disputa de pênaltis após dois 0 a 0 contra o Universitário do Peru. São Paulo e Universitário chegaram as oitavas de final ostentando a melhor defesa da primeira fase da competição, ao lado do Internacional (RS), com apenas dois gols sofridos em seis jogos.

O primeiro confronto entre o Tricolor e os peruanos, no dia 28 de abril de 2010, foi realizado em Lima, no Peru. Era o jogo número 900 de Rogério Ceni pelo time do Morumbi. Apesar de estar na casa do adversário, o São Paulo foi melhor. No primeiro tempo, dominou amplamente, e logo aos seis minutos mandou uma bola na trave direita do gol defendido por Llontop em chute de Cicinho de fora da área. Na segunda etapa, o São Paulo, comandado pelo técnico Ricardo Gomes, continuou dominando amplamente a partida, mas o panorama mudou aos 19 minutos com a expulsão de Richarlyson. Mesmo assim, o jogo ficou equilibrado e o Tricolor garantiu o empate fora de casa.



Jogando no Morumbi, no dia 5 de maio, a superioridade do São Paulo foi ainda maior. De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo da época, o Tricolor finalizou 20 vezes, entre chutes que foram em direção ao gol e para fora - média de um arremate a cada quatro minutos e meio. Duas delas se chocaram contra a trave: aos 18 minutos da primeira etapa, Rodrigo Souto mandou no travessão de cabeça após cobrança de escanteio pelo lado esquerdo do ataque são-paulino; e aos sete do segundo tempo Marlos chutou no travessão com o gol livre após cruzamento de Dagoberto. A disputa por pênaltis não começou nada bem para o São Paulo: Ramírez converteu para o Universitário; Rogério Ceni, batedor oficial do Tricolor, teve sua cobrança defendida por Llontop. O silêncio tomou conta do Morumbi, mas Rogério Ceni mostrou toda a sua estrela nas duas cobranças seguintes do time peruano, defendeu os chutes de Alva e Carlos Gálvan. Enquanto isso, Hernanes e Marcelinho Paraíba viravam o placar para o Tricolor. Labarthe chutou para fora a quarta cobrança dos peruanos. Dagoberto foi encarregado de marcar o pênalti que garantiu a classificação do São Paulo.



Nas quartas-de-final o São Paulo bateu o Cruzeiro duas vezes por 2 a 0. Mas, na semifinal acabou eliminado pelo Internacional após perder no Rio Grande do Sul por 1 a 0 e vencer em São Paulo por 2 a 1. O Inter foi campeão da Libertadores naquele ano batendo o Chivas Guadalajara, do México, na final.

FICHAS DOS JOGOS
UNIVERSITÁRIO (PERU) 0 x 0 SÃO PAULO
Taça Libertadores da América 2010 - Oitavas-de-final (jogo de ida)
Data: 28 de abril de 2010
Local: Estádio Monumental de Lima (Peru)
Universitário (Peru): Llontop; Carmona (Miguel Torrez), Galván, Revoredo e Rabanal; Rainer Torrez, González (Hernandez); Espinosa, Vásquez (Ruídiaz); Alva e Piriz Alves. Técnico: Juan Reynoso.
São Paulo: Rogério Ceni; Cicinho (Jean), Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Rodrigo Souto, Hernannes, Jorge Wagner e Marlos (Júnior César); Dagoberto e Washington (Renato Silva). Técnico: Ricardo Gomes.

SÃO PAULO 0 x 0 UNIVERSITÁRIO (PERU) (3 a 1 nos pênaltis)
Taça Libertadores da América 2010 - Oitavas-de-final (Jogo de volta)
Data: 4 de maio de 2010
Local: Estádio do Morumbi
São Paulo: Rogério Ceni; Cicinho (Jean), Alex Silva, Miranda e Júnior César; Rodrigo Souto, Hernandes, Jorge Wagner (Washington) e Marlos; Dagoberto e Fernandinho (Marcelinho). Técnico: Ricardo Gomes
Universitário (Peru): Llontop; Carmona, Revoredo e Galván; Ravanal, Espinosa, Vásques (Miguel Torrez), Hernández e Rainer Torrez (Ramírez); Alva e Piriz Alves (Labarthes) . Técnico: Juan Reynoso.
Pênaltis: converteram para o São Paulo Hernanes, Marcelinho Paraíba e Dagoberto; para o Universitário, Ramírez

Veja também:


Coloque nos comentários sugestões de temas sobre os quais
você gostaria de ler aqui no blog HISTÓRIAS DA BOLA

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Centurión nunca havia feito dois gols em um jogo

Centurión fez seis gols em 2015 jogando pelo São Paulo

Quem é?


Argentino marcou 2 vezes contra o Toluca


Os dois gols marcados por Centurión na vitória de 4 a 0 do São Paulo sobre o Toluca, do México, no primeiro confronto dos dois times pelas oitavas-de-final da Taça Libertadores da América representam um recorde na carreira do jogador. Revelado pelo Racing da Argentina, o atacante de 23 anos nunca havia feito mais de um gol em uma partida de acordo com levantamento feito pelo blog Histórias da Bola em sites especializados em esportes. Nos três anos em que atuou como profissional no Racing, o atacante fez sete gols, três em 2012, um em 2013 e três em 2014. Na temporada 2013/2014, o atacante também atuou no Genoa da Itália por empréstimo, mas não chegou a fazer nenhum gol. No São Paulo, onde chegou no ano passado, Centurión balançou as redes oito vezes. Os dois gols contra o Toluca foram os primeiros marcados este ano.



Já fazia sete meses que Centurión não balançava as redes. O último gol que havia marcado foi pelas quartas-de-final da Copa do Brasil do ano passado, em empate em um gol do São Paulo com o Vasco, no jogo de volta, no dia 30 de setembro. Na primeira partida, o São Paulo havia vencido por 3 a 0. No ano passado, o argentino fez seis gols com a camisa tricolor. Com os dois gols marcados sobre o Toluca, Centurión também iguala o seu melhor desempenho como artilheiro em Libertadores. Foram dois gols que o argentino marcou na competição continental no ano passado. Na fase de grupos anotou contra o Danúbio, da Argentina, na vitória do Tricolor por 2 a 1 fora de casa. Nas oitavas-de-final foi o autor do gol do 1 a 0 sobre o Cruzeiro no jogo de ida realizado no Morumbi. O São Paulo perderia pelo mesmo placar na partida fora de casa e seria desclassificado nos pênaltis.


Coloque nos comentários sugestões de temas sobre os quais
você gostaria de ler aqui no blog HISTÓRIAS DA BOLA

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Libertadores: melhor do Brasil só na próxima fase

Tita foi campeão da Libertadores pelo Flamengo e pelo Grêmio

História da taça


Brasil tem quatro clubes campeões na disputa da taça


Atlético-MG, Cruzeiro, Grêmio e Flamengo já venceram a competição


O futebol brasileiro iniciou nesta quarta-feira, dia 29, mais uma participação na Taça Libertadores da América. Apesar de não ter sido nada promissor o início - os dois representantes do País na primeira fase da competição foram derrotados em jogos realizados fora de casa (o Atlético Paranaense pelo Sporting Cristal, do Peru, e o Botafogo pelo Deportivo Quito, do Equador) - o retrospecto é favorável aos brasileiros. Dos seis times que representam o Brasil, apenas dois (justamente os que perderam ontem) nunca conquistaram o torneio.



Os campeões
Raul: campeão no
Cruzeiro e no Flamengo
Na segunda fase da competição, ou fase de grupos, entra em campo a "tropa de choque 2014" do futebol brasileiro: Cruzeiro (campeão em 1976 e 1997); Grêmio (1983 e 1995); Atlético Mineiro (campeão no ano passado); e Flamengo (1981). São seis títulos distribuídos por quatro times. Aproveitando o início da competição, o Histórias da Bola relembra as escalações que cada uma dessas equipes levou a campo na conquista do título. Olhando o quadro, os destaques são o goleiro Raul e o meia-atacante Tita. Eles levantaram a Taça por dois dos atuais participantes da competição. Raul pelo Cruzeiro de 1976 e pelo Flamengo; e Tita pelo rubro-negro carioca e pelo Grêmio de 1983. Recorde com a gente: