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sábado, 10 de maio de 2014

Zagueiro também foi polêmica na convocação de 94

Parreira fez dois cortes após a convocação para a Copa dos Estados Unidos


História da taça


Aldair foi preterido na lista inicial e depois virou titular


Jogador formou dupla de zaga com Márcio Santos na Copa dos Estados Unidos


Uma convocação sem surpresas e na qual o nome que mais chamou a atenção foi o de um zagueiro. Pode até parecer a divulgação dos jogadores selecionados pelo técnico Luiz Felipe Scolari para a Copa do Mundo do Brasil, na última quarta-feira, dia 7, mas a descrição é da convocação feita por Carlos Alberto Parreira há exatos 20 anos para o mundial de 1994, nos Estados Unidos, em que o Brasil conquistou o tetracampeonato. Se na atual seleção Henrique, do Napoli, disputava a preferência com Miranda (Atlético de Madrid), Dedé (Cruzeiro) e Marquinhos (Paris Saint Germain), na convocada em 10 de maio de 1994 o técnico da equipe canarinho optou por Márcio Santos (Bordeaux) no lugar de Aldair (Roma).

Aldair no lugar de Mozer
Mozer: problema de saúde
Parreira justificou na coletiva de imprensa que a opção por Márcio Santos se deu por conta de ter um histórico menos problemático em relação a lesões e por ser mais jovem. Aldair, que havia operado o joelho no ano anterior, tinha 28 anos, enquanto o escolhido Márcio Santos, 23. O destino, no entanto, acabou fazendo que ambos fossem para a Copa do Mundo dos Estados Unidos. Onze dias após o anúncio da lista, a comissão técnica cortou o zagueiro Mozer, então jogando no Benfica, de Portugal, e chamou Aldair para o seu lugar. A justificativa para o corte de Mozer foram problemas de saúde. Segundo os médicos da Seleção Brasileira, o jogador estava sofrendo de problemas hepáticos crônicos, de acordo com o que foi noticiado na época.

Ronaldão no lugar de Ricardo Gomes
Contusão em amistoso
Mozer não seria o único a ser cortado da lista inicial. Depois de jogar como titular nas três partidas preparatórias para a Copa do Mundo - empate em 1 a 1 com o Canadá e vitórias por 8 a 2 sobre Honduras e 4 a 0 sobre El Salvador - o zagueiro Ricardo Gomes teve de ser desligado da Seleção Brasileira. Nesse último jogo preparatório, no dia 12 de junho, oito dias antes da estreia do Brasil no mundial contra a Rússia, ele saiu do gramado contundido. Dois dias depois, em 14 de junho, foi cortado devido à lesão na coxa direita. Para o seu lugar foi chamado o ex-são-paulino Ronaldão (Shimizu S. Pulse).

Márcio Santos e Aldair titulares
Titular em 1994
E quis o destino que os dois jogadores que provocaram a única polêmica sobre a convocação de Parreira se tornassem titulares da zaga tetracampeão mundial. Na estreia contra a Rússia - vitória brasileira por 2 a 0 com gols de Romário e Rai - foram escalados Ricardo Rocha e Márcio Santos. No entanto, devido a um estiramento na coxa esquerda, Ricardo Rocha foi substituído por Aldair. No restante da campanha da equipe canarinho na competição a zaga foi Aldair e Márcio Santos, sem nenhum deles ser substituído nenhuma vez. Ronaldão, o último a se juntar ao grupo, acabou não atuando em nenhuma das partidas, que deu ao Brasil o título nos Estados Unidos.




OS CONVOCADOS EM 10 DE MAIO DE 1994

Goleiros: Taffarel, Zetti e Gilmar
Laterais: Jorginho, Cafu, Branco e Leonardo
Zagueiros: Ricardo Rocha, Ricardo Gomes, Mozer e Márcio Santos
Meio-campistas: Zinho, Mazinho, Raí, Dunga e Mauro Silva
Atacantes: Paulo Sérgio, Romário, Bebeto, Muller, Viola e Ronaldo

Os cortes
21 de maio
Mozer é cortado e Aldair convocado

14 de junho
Ricardo Gomes é cortado e Ronaldão convocado

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Eusébio venceu o Brasil no momento certo

Pelé e Eusébio lideraram as seleções do Brasil e Portugal na década de 1960



História do jogo


Craque jogou 6 vezes contra os brasileiros e perdeu 3


Atacante fez dois gols na equipe canarinho, ambos na Copa da Inglaterra


O ex-atacante Eusébio - que morreu na madrugada deste domingo, dia 5 - defendeu Portugal contra a Seleção Brasileira seis vezes, e perdeu metade desses jogos, mas no mais importante deles, pela fase de grupos da Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra, saiu vitorioso. Mais que isso, marcou dois dos gols da equipe lusitana na vitória por 3 a 1. Foram os únicos gols que Eusébio fez nos confrontos que teve com o Brasil. O outro gol português naquele mundial foi marcado por Simões, enquanto Rildo descontou para o time canarinho, dirigido pelo técnico Vicente Feola. O Brasil acabou desclassificado na fase de grupos e Portugal alcançou o terceiro lugar, melhor posição dos lusitanos até hoje em mundiais da Fifa.

Eusébio venceu do Brasil no
Estádio do seu Benfica
Vitória em Lisboa 
Além das três vitórias brasileiras e do triunfo português no mundial da Inglaterra, houve mais uma vitória de Portugal e um empate nos confrontos entre as duas equipes dos quais Eusébio participou.  A outra vitória do Pantera Negra, como era conhecido o craque português,  sobre o Brasil foi em um amistoso realizado em abril de 1963, no Estádio da Luz, em Lisboa, casa do Benfica, clube que consagrou o atacante. Portugal venceu a Seleção Brasileira por 1 a 0, gol de José Augusto. Já o empate, sem gols, ocorreu em 1965, no Estádio das Antas, no Porto, em Portugal.

Derrota em torneio no Brasil
Das três vitórias brasileiras sobre Portugal de Eusébio, a mais importante foi a decisão do Troféu Independência do Brasil, disputada em 1972, no Estádio do Maracanã. O Brasil, comandado pelo técnico Zagallo, venceu por 1 a 0, gol de Jairzinho. As outras vitórias brasileiras ocorreram em 1962 durante excursão dos portugueses pelo Brasil. A primeira derrota lusitana nesse tour foi em São Paulo, por 2 a 1. E, três dias depois, no Rio de Janeiro, a seleção canarinho bateu os portugueses por 1 a 0, gol de Pelé, o único do Rei em confrontos contra Eusébio, considerando partidas entre seleções.

EUSÉBIO CONTRA O BRASIL

Portugal 1 x 2 Brasil
Amistoso
Data: 6 de maio de 1962
Local: Estádio do Pacaembu (São Paulo)
Gols: Coluna para Portugal; Zagallo e Zequinha para o Brasil

Portugal 0 x 1 Brasil
Amistoso
Data: 9 de maio de 1962
Local: Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro)
Gol: Pelé

Portugal 1 x 0 Brasil
Amistoso
Data: 21 de abril de 1963
Local: Estádio da Luz (Lisboa - Portugal)
Gol: José Augusto

Portugal 0 x 0 Brasil
Amistoso
Data: 24 de junho de 1965
Local: Estádio das Antas (Porto - Portugal)

Portugal 3 x 1 Brasil
Copa do Mundo
Data: 19 de julho de 1966
Local: Goodison Park (Liverpool - Inglaterra)
Gols: Simões e Eusébio (2) para Portugal; e Rildo para o Brasil

Portugal 0 x 1 Brasil
Taça Independência do Brasil
Data: 9 de julho de 1972
Local: Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro)

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Clodoaldo: taça e vingança contra o Uruguai em 70

Liberdade para ir ao ataque na Copa de 1970


Quem é?


Volante fez o 1º gol do Brasil contra a Celeste no México


Jogador foi titular nas seis partidas da campanha da Copa do Mundo de 1970


O volante Clodoaldo participou de apenas uma Copa do Mundo, mas foi o suficiente para deixar o seu nome marcado na história do futebol brasileiro. Clodoaldo, que herdou o lugar do bicampeão mundial Zito no Santos e fez jus a essa posição também na Seleção Brasileira, foi titular da equipe que levantou o tricampeonato mundial no México, em 1970, título que deu ao Brasil o direito de ficar definitivamente com a Taça Jules Rimet. Além da função de proteger a defesa, o técnico Zagallo deu ao volante a liberdade para apoiar o ataque, e Clodoaldo não desperdiçou essa chance marcando um dos 19 gols da equipe no torneio. O jogador foi o homenageado de 12 de novembro da coleção "Os Caras das Copas", da Folha de S.Paulo, que traz, diariamente, uma figurinha-caricatura de um jogador que se destacou em mundiais da Fifa. A figura de Clodoaldo é a de número 212.



Redenção
Fez o gol que igualou o placar na partida contra o Uruguai
Clodoaldo foi titular nas seis partidas da campanha brasileira do tricampeonato mundial. Mas, possivelmente, apenas a final foi tão marcante quanto o confronto com o Uruguai pelas semifinais do torneio. O jogo contra a Celeste trouxe para os brasileiros a redenção 20 anos depois da mais dramática derrota já sofrida pela Seleção Brasileira em uma Copa: a virada na decisão do mundial de 1950. E Clodoaldo teve participação decisiva nessa redenção, materializada em uma vitória de virada por 3 a 1. Foi o volante quem empatou a partida para a equipe canarinho com um gol aos 44 minutos do primeiro tempo - o Uruguai havia aberto o marcador aos 19 minutos com Luis Cubilla. Faltando um minuto para o fim da etapa inicial, Clodoaldo passou a bola a Tostão - que estava posicionado no lado esquerdo do ataque brasileiro - e disparou em direção à área uruguaia. Notando a infiltração do volante, Tostão meteu a bola na medida e Clodoaldo bateu de primeira, de perna direita, sem chance para o goleiro Mazurkiewicz. Na segunda etapa, Jairzinho e Rivelino deram números finais ao placar. Quatro dias depois, o time de Zagalo bateu a Itália por 4 a 1 e se sagrou campeão.

Santos

Herdeiro de Zito no Santos
Com exceção do último ano de sua carreira, em 1981, quando vestiu a camisa do Nacional do Amazonas, Clodoaldo defendeu apenas o Santos. Pegou o fim da era Pelé, mas ainda foi possível jogar ao lado de monstros sagrados do futebol brasileiro que até pouco tempo antes eram seus ídolos. Com a camisa santista conquistou os campeonatos paulistas de 1967, 1968, 1969, 1973 (dividido com a Portuguesa depois de erro do juiz Armando Marques) e 1978. Levantou ainda o Torneio Roberto Gomes Pedrosa - competição precursora do Campeonato Brasileiro- de 1968, que foi decidido em um quadrangular do qual participaram, além do Peixe, o Internacional, o Vasco e o Palmeiras.




CLODOALDO NOS MUNDIAIS

Copa de 1970 - México
3 de junho - Brasil 4 x 1 Tchecoslováquia (Fase de grupos)
7 de junho - Brasil 1 x 0 Inglaterra (Fase de grupos)
10 de junho - Brasil 3 x 2 Romênia (Fase de grupos)
14 de junho - Brasil 4 x 2 Peru (Quartas de final)
17 de junho - Brasil 3 x 1 Uruguai (Semifinal)
Obs.: Clodoaldo fez o primeiro gol do Brasil
21 de junho - Brasil 4 x 1 Itália (Final)
Obs.: Brasil campeão mundial

"Os Caras das Copas"
 A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas

sábado, 14 de dezembro de 2013

Seeler: quatro Copas do Mundo pela Alemanha

Seeler fez nove gols nos quatro mundiais de que participou

 Quem é?

Atacante chegou três vezes entre os quatro primeiros


Melhor resultado foi o vice-campeonato no mundial da Inglaterra, em 1966


O atacante alemão Uwe Seeler disputou quatro Copas do Mundo, chegou entre os quatro primeiros em três delas e foi capitão da equipe em duas. Era uma unanimidade quando se falava na Seleção Alemã do fim da década de 1950 até 1970. No total foram 21 partidas com a camisa alemã em mundiais da Fifa, quatro a menos que Lothar Matthaeus, o recordista em jogos pela equipe na competição, com 25 participações. Faltaram à Seeler apenas um título mundial e a artilharia da competição. Nessas quatro participações, marcou nove gols, sendo o quinto artilheiro da Alemanha nas Copas do Mundo, ao lado de Rummenigge. O único mundial em que não chegou entre os quatro primeiros foi o de 1962, quando a Alemanha foi eliminada nas quartas de final pela Iugoslávia. Em 1958, terminou a competição na quarta colocação (jogou cinco das seis partidas da seleção na competição, e ficou de fora justamente do jogo que decidiu o terceiro lugar, em que a Alemanha foi derrotada pela França por 6 a 3). Em 1966, como capitão da equipe, foi vice-campeão. Em 1970, novamente com a braçadeira de capitão, terminou na terceira colocação, ao bater o Uruguai por 1 a 0. Seeler foi homenageado, em 11 de novembro, pela coleção "Os Caras das Copas", da Folha de S.Paulo, que todo o dia traz uma figurinha-caricatura de um jogador que se destacou nos mundiais da Fifa. A figura de Seeler foi a número 213.



Vice-campeão na Inglaterra
Na Copa do Mundo da Inglaterra, atacante fez dois gols
Em sua melhor campanha em Copas do Mundo, Seeler ostentou a braçadeira de capitão da Seleção Alemã pela primeira vez na competição. Ele foi titular nas seis partidas que levaram a equipe ao segundo lugar da Copa de 1966, disputada na Inglaterra. A equipe comandada pelo técnico Helmut Schoen foi derrotada na final pelos anfitriões, por 4 a 2. Seeler fez dois gols no torneio, um deles na fase de grupos- o segundo da equipe na vitória por 2 a 1 sobre a Espanha - e o outro nas quartas de final, o terceiro da goleada por 4 a 0 sobre o Uruguai. A perda do título para a Inglaterra até hoje está entalada na garganta dos alemães devido a um dos gols dos ingleses anotados na prorrogação. A Alemanha abriu o placar com Haller aos 12 minutos de jogo, Hurst empatou para os ingleses seis minutos depois. Aos 33 do segundo tempo, Peters colocou a Inglaterra em vantagem. Faltava apenas um minuto para o término do jogo, com a torcida inglesa já comemorando o título, quando Weber empatou para os alemães, levando o jogo para a prorrogação. Aos 11 minutos do tempo extra, Hurst fez o gol que até hoje gera polêmica: a bola bateu no travessão e não teria entrado, mas o gol foi validado. O mesmo Hurst deu números finais ao placar aos 15 minutos do segundo tempo da prorrogação.

Hamburgo
Hamburgo foi o único time de Seeler
Durante toda a sua carreira, Seeler defendeu apenas uma equipe, o Hamburgo, onde iniciou sua trajetória no futebol ainda nas categorias de base. Não se caracterizava pela técnica refinada, mas sim pela voluntariedade. Era do estilo trombador, e foi com essa característica que se tornou um dos símbolos do Hamburgo, clube onde jogou por 19 anos. O atacante foi escolhido três vezes o jogador do ano na Alemanha (1960, 1964 e 1970). Não conquistou títulos internacionais com a equipe, alcançando duas taças nacionais, a de campeão do Campeonato Alemão em 1960 e de campeão da Copa da Alemanha de 1963. Foi artilheiro da primeira Bundesliga, na temporada 1963-64, com 30 gols. A Bundesliga marcou o início do campeonato por pontos corridos na Alemanha, antes disso o título nacional era disputado por campeões de torneios regionais. Seeler foi campeão com o Hamburgo nove vezes desses torneios regionais, no caso o Campeonato do Norte da Alemanha.





SEELER NOS MUNDIAIS

Copa de 1958 - Suécia
8 de junho - Alemanha 3 x 1 Argentinha (Fase de grupos)
Obs.: Seeler fez o segundo gol da Alemanha
11 de junho - Alemanha 2 x 2 Tchecoslováquia (Fase de grupos)
15 de junho - Alemanha 2 x 2 Irlanda do Norte (Fase de grupos)
Obs.: Seeler fez o segundo gol da Alemanha
19 de junho - Alemanha 1 x 0 Iugoslávia (Quartas de final)
24 de junho - Alemanha 1 x 2 Suécia (Semifinal)

Copa de 1962 - Chile
31 de maio - Alemanha 0 x 0 Itália (Fase de grupos)
3 de junho - Alemanha 2 x 1 Suíça (Fase de grupos)
Obs.: Seeler fez o segundo gol da Alemanha
6 de junho - Alemanha 2 x 0 Chile (Fase de grupos)
Obs.: Seeler fez o segundo gol do jogo
10 de junho - Alemanha 0 x 1 Iugoslávia (Quartas de final)

Copa de 1966 - Inglaterra
12 de julho - Alemanha 5 x 0 Suíça (Fase de grupos)
16 de julho - Alemanha 0 x 0 Argentina (Fase de grupos)
20 de julho - Alemanha 2 x 1 Espanha (Fase de grupos)
Obs.: Seeler fez o segundo gol da Alemanha
23 de julho - Alemanha 4 x 0 Uruguai (Quartas de final)
Obs.: Seeler fez o terceiro gol da Alemanha
25 de julho - Alemanha 2 x 1 União Soviética (Semifinal)
30 de julho - Alemanha 2 x 4 Inglaterra (Final)

Copa de 1970 - México
3 de junho - Alemanha 2 x 1 Marrocos (Fase de grupos)
Obs.: Seeler fez o primeiro gol da Alemanha
7 de junho - Alemanha 5 x 2 Bulgária (Fase de grupos)
Obs.: Seeler fez o quarto gol da Alemanha
10 de junho - Alemanha 3 x 1 Peru (Fase de grupos)
14 de junho - Alemanha 3 x 2 Inglaterra (Quartas de final)
Obs.: Seeler fez o segundo gol da Alemanha
17 de junho - Alemanha 3 x 4 Itália (Semifinal)
20 de junho - Alemanha 1 x 0 Uruguai (Disputa do terceiro lugar)


"Os Caras das Copas"

 A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Marcos: o goleiro do Brasil campeão em 2002

Marcos não sofreu gols na final contra a Alemanha

Quem é?


Camisa 1 sofreu quatro gols em sete partidas


De todos os goleiros brasileiros campeões do mundo, foi o 2º menos vazado


Titular da Seleção Brasileira que conquistou o pentacampeonato na Copa do Mundo de 2002, disputada no Japão e na Coréia do Sul, o goleiro Marcos tem o segundo melhor desempenho dentre todos os arqueiros campeões mundiais pelo Brasil. Com quatro gols sofridos nos sete jogos da campanha canarinho daquele mundial, Marcos teve média de 0,57 gol sofrido por partida. Melhor que ele nos cinco títulos brasileiros somente Taffarel em 1994 - três gols em sete jogos, média de 0,42 por confronto. Além do título de 2002, Marcos também foi campeão da Copa das Confederações de 2005, na Alemanha, mas atuou em apenas uma partida nessa competição - empate em 2 a 2 com o Japão -, pois o titular foi Dida. Marcos foi o homenageado do dia 10 de novembro da coleção "Os Caras das Copas", da Folha de S.Paulo, que diariamente publica uma figurinha-caricatura de um jogador que se destacou nos mundiais da Fifa. A figura do goleiro foi a número 214.




Campanha impecável
O aproveitamento da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2002 foi de 100%. A equipe comandada pelo técnico Luís Felipe Scolari venceu todos os seus sete jogos. 
Dos sete jogos da Copa, Marcos não foi vazado em quatro
Entre as seleções do Brasil que conquistaram o título, a única que havia alcançado 100% de aproveitamento era a de 1970. Marcos foi titular de todas as partidas na Copa. Dos quatro gols sofridos pelo goleiro, três foram na primeira fase: um na vitória por 2 a 1 sobre a Turquia e dois na goleada por 5 a 2 sobre a Costa Rica. Depois disso, sofreu um gol nas quartas de final, em que o Brasil bateu a Inglaterra por 2 a 1. Dos sete jogos, Marcos saiu de campo sem ser vazado em quatro. O time de Felipão conquistou o título sobre a Alemanha, com vitória por 2 a 0, com dois gols de Ronaldo Fenômeno.

Palmeiras
Palmeiras foi o único clube de Marcos
O Palmeiras foi o único time profissional de Marcos. O goleiro começou a carreira no clube no início da década de 1990, mas somente em 1999 se tornou titular. Antes disso havia sido reserva de goleiros como Sérgio e Velloso. No ano em que se firmou como dono da camisa 1, Marcos conquistou o seu principal título com a camisa alviverde: campeão da Taça Libertadores da América. O caneco foi conquistado em final contra o Deportivo Cáli, da Colômbia. Na primeira partida da decisão, disputada em território colombiano, o Palmeiras foi derrotado por 1 a 0. O título veio nos pênaltis após o clube do Parque Antártica vencer o jogo de volta por 2 a 1 (gols de Evair e Oséas para o Palmeiras e de Zapata para o Deportivo Cali). Nas cobranças de tiros livres, os palmeirenses converteram quatro contra três dos colombianos. Outros títulos que Marcos conquistou como titular foram o Paulista de 2008, a Série B do Brasileirão de 2003 e o Rio-São Paulo de 2000. Marcos encerrou a carreira no fim de 2012.


MARCOS NOS MUNDIAIS

Copa de 2002 - Japão e Coreia do Sul
3 de junho - Brasil 2 x 1 Turquia (Fase de grupos)
8 de junho - Brasil 4 x 0 China (Fase de grupos)
13 de junho - Brasil 5 x 2 Costa Rica (Fase de grupos)
17 de junho - Brasil 2 x 0 Bélgica (Oitavas de final)
21 de junho - Brasil 2 x 1 Inglaterra (Quartas de final)
26 de junho - Brasil 1 x 0 Turquia (Semifinal)
30 de junho - Brasil 2 x 0 Alemanha (Final)
Obs.: Brasil campeão do mundo

"Os Caras das Copas"
 A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Ghiggia: o carrasco do Brasil na Copa de 1950

Ghiggia virou o placar para o Uruguai

Quem é?


Atacante fez o gol que calou o Maracanã


Jogador fez um gol em cada uma das partidas do Uruguai no mundial do Brasil


Com apenas um gol, o ponta direita Alcides Ghiggia se tornou um dos principais personagens das histórias do futebol de dois países: Uruguai e Brasil. Autor do gol que deu o título à Celeste Olímpica na Copa de 1950, disputada no Brasil, contra os anfitriões (e favoritos) da competição, o atacante teve uma participação muito mais rica na competição do que "apenas" esse lance. No total, Ghiggia balançou as redes adversárias quatro vezes no mundial do Brasil, ficando com a vice-artilharia de sua equipe, com um gol a menos que Oscar Miguez, o goleador máximo do Uruguai no torneio. Ghiggia foi o homenageado de 9 de novembro na coleção "Os Caras das Copas", da Folha de S.Paulo, que diariamente traz uma figurinha-caricatura de um jogador que se destacou nos mundiais da Fifa. A figura de Ghiggia foi a número 215.



Um gol por partida
A desistência de três equipes classificadas para participar da Copa do Mundo de 1950 - Escócia, Turquia e Índia - acabou tornando o caminho do Uruguai até o quadrangular final da competição mais fácil. Foram formados quatro grupos, dois com quatro times, um com três equipes e uma chave formada por Uruguai e Bolívia. O vencedor de cada grupo se classificou para o quadrangular decisivo, onde todos jogaram entre si para definir o campeão. O Uruguai garantiu sua classificação batendo a Bolívia por 8 a 0, com Ghiggia marcando o oitavo gol da partida. 
Ghiggia foi o vice-artilheiro do Uruguai na Copa de 1950
Nos jogos finais o ponta-direita marcou um gol por jogo: abriu o placar no empate em 2 a 2 contra a Espanha; fez o primeiro do Uruguai nos 3 a 2 sobre a Suécia; e fechou o marcador na virada por 2 a 1 sobre o Brasil. Nessa partida decisiva, além do gol, Ghiggia fez a jogada do primeiro gol uruguaio. O Brasil havia abrido o marcador aos dois minutos do segundo tempo com Friaça. Aos 21 minutos, Ghiggia venceu a marcação de Bigode pelo lado esquerdo da defesa brasileira e cruzou para Schiaffino igualar o placar. Faltando 11 minutos para o encerramento da partida, Ghiggia repetiu a jogada sobre Bigode, mas desta vez bateu para o gol, a bola saiu mascada, mas passou entre o goleiro Barbosa e a trave esquerda, calando o Maracanã. O Uruguai conquistava o seu segundo título mundial.

Campeão uruguaio e italiano

Três títulos uruguaios pelo Peñarol
Além do Uruguai, onde o principal clube que defendeu foi o Peñarol, Ghiggia também atuou no futebol italiano, para onde se transferiu três anos depois da conquista da Copa do Mundo de 1950. No Peñarol, onde atuou entre o fim da década de 1940 até 1953, o atacante conquistou três campeonatos uruguaios, nos anos de 1949, 1951 e 1953. Na Itália, o clube onde permaneceu mais tempo foi a Roma, mas não levantou nenhuma taça pelo time. Foi no Milan, onde atuou durante apenas uma temporada, que conseguiu conquistar o Campeonato Italiano em 1962. Depois dessa temporada voltou ao Uruguai, onde atuou no Danubio por quatro temporadas, encerrando a carreira em 1966.


GHIGGIA NOS MUNDIAIS

Copa de 1950 - Brasil
2 de julho - Uruguai 8 x 0 Bolívia (Fase de grupos)
Obs.: Ghiggia fez o oitavo gol da partida
9 de julho - Uruguai 2 x 2 Espanha (Quadrangular final)
Obs.: Ghiggia fez o primeiro gol do Uruguai
13 de julho - Uruguai 3 x 2 Suécia (Quadrangular final)
Obs.: Ghiggia fez o primeiro gol do Uruguai
16 de julho - Uruguai 2 x 1 Brasil (Quadrangular final)
Obs:; Ghiggia fez o segundo gol do Uruguai
Obs. 2: Uruguai campeão mundial

"Os Caras das Copas"
 A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Galic: capitão última grande campanha da Iuguslávia

Galic fez três gols na Copa do Mundo do Chile

 Quem é?


Atacante foi capitão na Copa de 1962, no Chile


Dois anos antes, jogador conquistou ouro nos Jogos Olímpicos de Roma


O atacante Milan Galic foi o capitão da Iugoslávia na última grande campanha realizada pela equipe em Copas do Mundo, o torneio de 1962, disputado no Chile, quando a seleção chegou à quarta colocação, igualando o melhor desempenho já obtido pelos iugoslavos em mundiais da Fifa, o da Copa de 1930, no Uruguai. Foi o único mundial de Galic, mas sua principal façanha com a camisa da Iugoslávia foi a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Roma, em 1960, torneio em que a Iugoslávia bateu a Dinamarca na final. Galic foi o homenageado do dia 8 de novembro da coleção "Os Caras das Copas", da Folha de S.Paulo, que todo o dia traz uma figurinha-caricatura de um jogador que se destacou nos mundiais da Fifa. A figura de Galic foi a número 216.



Gols na fase de grupos
Jogador brilhou no 4º lugar conquistado na Copa de 1962
Além de capitão da Iugoslávia de 1962, Galic foi o vice-artilheiro da equipe na competição, tendo anotado três gols, um a menos que o goleador da seleção no torneio, Drazen Jerkovic. Galic atuou nos seis jogos da Seleção Iugoslava, que foi comandada pelo técnico Ljubomir Lovric. Os três gols do atacante foram anotados na primeira fase. Depois de passar em branco na estreia - derrota por 2 a 0 para a União Soviética -, foi o autor do segundo gol na vitória por 3 a 1 sobre o Uruguai, e anotou o primeiro e o terceiro gols da goleada por 5 a 0 sobre a Colômbia. A Iugoslávia se classificou como segunda colocada do grupo. A chance de brigar pelo título foi tirada pela Tchecoslováquia, que bateu a Iugoslávia por 3 a 1 na semifinal - os tchecos perderiam o título para o Brasil. Na disputa pelo terceiro lugar, o time de Galic foi derrotado pelos donos da casa por 1 a 0. Depois desse mundial, nunca mais a Iugoslávia figuraria entre os quatro primeiros da competição.

Artilheiro olímpico

Ouro olímpico em Roma
Apesar da boa participação na Copa de 1962, o grande momento de Galic com a camisa da Seleção Iugoslava foi o torneio de futebol dos Jogos Olímpicos de Roma, disputados dois anos antes. Além de ter conquistado a medalha olímpica - tendo feito o primeiro gol da vitória por 3 a 1 sobre da Dinamarca na final - o atacante foi o artilheiro do torneio. Balançou a rede adversária em todos os cinco jogos da Iugoslávia, com destaque para o empate em 3 a 3 com a Bulgária na primeira fase, quando fez os três gols de sua equipe. Sua participação na final ficou marcada pelo gol que abriu o placar e por ter sido expulso quando faltavam seis minutos para o término da partida. Entre os clubes que defendeu, Galic conquistou títulos nacionais pelo Partizan (1961, 1962, 1963 e 1965), da Iugoslávia, e pelo Standard Liège (1969 e 1970), da Bélgica.



MILAN GALIC NOS MUNDIAIS


Copa de 1962 - Chile
31 de maio - Iugoslávia 0 x 2 União Soviética (Fase de grupos)
2 de junho - Iugoslávia 3 x 1 Uruguai (Fase de grupos)
Obs.: Galic fez o segundo gol da Iugoslávia
7 de junho - Iugoslávia 5 x 0 Colômbia (Fase de grupos)
Obs.: Galic fez o primeiro e o terceiro gols do jogo
10 de junho - Iugoslávia 1 x 0 Alemanha (Quartas de final)
13 de junho - Iugoslávia 1 x 3 Tchecoslováquia (Semifinal)
16 de junho - Iugoslávia 0 x 1 Chile (Disputa do terceiro lugar)


"Os Caras das Copas"

 A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Brehme fez o gol do título da Alemanha em 1990

Brehme fez 16 partidas em Copas do Mundo


Quem é?


Meia marcou de pênalti contra a Argentina na final


Jogador fez outros dois gols decisivos na Copa do Mundo da Itália


Autor do gol que garantiu à Alemanha o título da Copa do Mundo de 1990, disputada na Itália, o meia Andreas Brehme fez outros dois gols decisivos naquela competição, sempre em partidas de fases eliminatórias. Além do mundial da Itália, o jogador foi vice-campeão na Copa anterior, disputada no México, quando a Seleção Alemã perdeu o título para a Argentina, que venceu o confronto por 3 a 2. Nesse torneio, Brehme marcou um gol, na semifinal, em que a Alemanha bateu a França por 2 a 0. O meia disputou, ainda, o mundial de 1994, nos Estados Unidos, quando a equipe alemã foi eliminada nas quartas de final pela Bulgária após derrota por 2 a 1. No total, Brehme disputou 16 partidas em Copas do Mundo. O jogador foi o homenageado de 7 de novembro na coleção "Os Caras das Copas", da Folha de S.Paulo, que traz diariamente uma figurinha-caricatura de um jogador que se destacou nos mundiais da Fifa. A figura do meia alemão foi a número 217.



Papel decisivo
Três gols na Copa de 1990
Brehme jogou seis dos sete jogos da campanha alemã na conquista da Copa do Mundo de 1990, o terceiro título mundial da Alemanha. O técnico era Franz Beckenbauer, que já havia comandado a equipe quatro anos antes no vice-campeonato do México. A única partida em que Beckenbauer não contou com o meia foi no 1 a 1 com a Colômbia, no terceiro jogo da fase de grupos - a equipe havia vencido as duas partidas anteriores. Nas oitavas de final, Brehme marcou o seu primeiro gol na Copa da Itália, contra a Holanda, na vitória por 2 a 1. A Alemanha vencia por 1 a 0, gol de Klinsmann, quando o meia ampliou para 2 a 0 aos 40 minutos do segundo tempo. Quatro minutos depois, Koeman fez o gol de honra dos holandeses. Contra a Inglaterra, nas semifinais, o gol de Brehme foi ainda mais decisivo: o meia abriu o placar aos 15 minutos do segundo tempo cobrando falta. A Inglaterra alcançou o empate aos 35 minutos, com Lineker. Na disputa por pênaltis, Brehme abriu a série da Alemanha, convertendo a sua cobrança. No fim, os alemães venceram por 4 a 3. A final contra a Argentina foi tecnicamente fraca e o 0 a 0 se arrastou até os 40 minutos do segundo tempo, quando Brehme anotou, de pênalti - sofrido por Voeller, - o gol da vitória e do título da Seleção Alemã.

Títulos na Alemanha e na Itália
Na Inter: Copa da Uefa
A carreira de Brehme em clubes é pontuada por títulos nacionais, na Alemanha e na Itália, mas o jogador tem apenas uma conquista internacional, a Copa da Uefa da temporada 1990/91, conquistada pela Internacionale de Milão, que tinha em seu elenco outros dois alemães campeões do mundo: Lothar Matthäus e Klinsmann. O título foi conquistado em cima de outro clube italiano, a Roma. A Inter venceu o primeiro jogo, no Estádio Giuseppe Meazza, em Milão, por 2 a 0 (gols de Matthäus e Berti), e garantiu a taça mesmo tendo sido derrotado no jogo de volta, no Estádio Olímpico, em Roma, por 1 a 0, gol de Rizzitelli. Na Internazionale, Brehme conquistou também um Campeonato Italiano (temporada 1988/89) e uma Supercopa da Itália (1989). Na Alemanha, foram dois Campeonatos Alemães (na temporada 1986/87 pelo Bayern de Monique, e na 1997/98 pelo Kaiserslautern), uma Copa Alemã (1995/96 pelo Kaiserslautern) e uma Supercopa Alemã (1987 pelo Bayern).

BREHME NOS MUNDIAIS

Copa de 1986 - México
4 de junho - Alemanha 1 x 1 Uruguai (Fase de grupos)
13 de junho - Alemanha 0 x 2 Dinamarca (Fase de grupos)
21 de junho - Alemanha 0 x 0 México - 4 x 1 nos pênaltis (Quartas de final)
25 de junho - Alemanha 2 x 0 França (Semifinal)
Obs.: Brehme fez o primeiro gol da partida
29 de junho - Alemanha 2 x 3 Argentina (Final)

Copa de 1990 - Itália
10 de junho - Alemanha 4 x 1 Iugoslávia (Fase de grupos)
15 de junho - Alemanha 5 x 1 Emirados Árabes Unidos (Fase de grupos)
24 de junho - Alemanha 2 x 1 Holanda (Oitavas de final)
Obs.: Brehme fez o segundo gol da Alemanha
1 de julho - Alemanha 1 x 0 Tchecoslováquia (Quartas de final)
4 de julho - Alemanha 1 x 1 Inglaterra - 4 x 3 nos pênaltis (Semifinal)
Obs.: Brehme fez o gol da Alemanha
8 de julho - Alemanha 1 x 0 Argentina (Final)
Obs.: Brehme fez o gol da partida
Obs. 2: Alemanha campeã do mundo

Copa de 1994 - Estados Unidos
17 de junho - Alemanha 1 x 0 Bolívia (Fase de grupos)
21 de junho - Alemanha 1 x 1 Espanha (Fase de grupos)
27 de junho - Alemanha 3 x 2 Coreia do Sul (Fase de grupos)
2 de julho - Alemanha 3 x 2 Bélgica (Oitavas de final)
10 de julho - Alemanha 1 x 2 Bulgária (Quartas de final)

"Os Caras das Copas"
 A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Ardiles: habilidade e dedicação na Argentina de 78

Ardiles disputou 11 partidas em duas Copas

Quem é?


Meia argentino foi campeão da Copa do Mundo em casa


Jogador também foi titular da seleção no mundial da Espanha, em 1982


Com um estilo de jogo que mesclava habilidade e dedicação, o meia Osvaldo Ardiles foi um dos destaques da Seleção Argentina que conquistou em casa o título da Copa do Mundo de 1978. Além desse mundial, o meia também foi titular da equipe que disputou o torneio de 1982, na Espanha, competição em que atuou nos cinco jogos realizados pela Argentina, e fez um gol (o único nas duas edições das quais participou), o quarto da vitória por 4 a 1 sobre a Hungria. Ardiles foi o homenageado do dia 6 de novembro da coleção "Os Caras das Copas", da Folha de S.Paulo, que traz todos os dias uma figurinha-caricatura de um jogador que se destacou nos mundiais da Fifa. A figura do meia foi a número 218.



Campeão mundial
Na final de 1978: vitória sobre a Holanda por 3 a 1
A Argentina da Copa de 1978, comandada pelo técnico Cesar Luis Menotti, adotou um esquema ofensivo, baseado na habilidade. Ardiles jogou seis dos sete jogos da campanha vitoriosa daquela equipe. Devido a uma lesão, ficou de fora apenas do terceiro jogo da segunda fase, em que a Seleção Argentina bateu o Peru por 6 a 0 para garantir a vaga à final. Apesar do estilho de jogo alegre, a equipe de Menotti não engrenou na primeira fase da competição, tanto que terminou em segundo lugar de seu grupo, atrás da Itália. Na segunda fase, foram duas vitórias (além do Peru, bateu a Polônia) e um empate, contra o Brasil, a quem superou no saldo de gols para se qualificar à final contra a Holanda. Na decisão contra os holandeses, a Argentina garantiu a taça na prorrogação após empate em 1 a 1 no tempo normal - Kempes marcou para os argentinos e Nanninga para os holandeses. O placar de 3 a 1 no tempo extra foi garantido com gols de Kempes e Bertoni.

Sucesso na Inglaterra

Ardiles: títulos pelo Tottenham
Logo depois da Copa do Mundo da Argentina, Ardiles se transferiu para a Inglaterra, onde conquistou seus únicos títulos de clubes defendendo o Tottenhan. Na Argentina, onde foi revelado pelo pequeno Instituto de Córdoba, o time de maior expressão que defendeu foi o Hurucán. No clube inglês foi campeão da Copa da Inglaterra duas vezes (temporadas 1980/81 e 1981/82) e da Supercopa da Inglaterra de 1981 (em título dividido com o Aston Villa), mas a principal conquista foi a Copa da Uefa 1983/84. O Tottenham faturou o título após bater o Anderlecht da Bélgica nos pênaltis, em partida realizada em Londres, após dois empates em 1 a 1. Outro time grande que o meia defendeu na Europa foi o Paris Saint-Germain, na temporada 1981/1982, emprestado pelo Tottenham. Ardiles pendurou as chuteiras em 1989 defendendo o Swindon Town, da Inglaterra, e passou a se dedicar à carreira de técnico.

ARDILES NOS MUNDIAIS

Copa de 1978 - Argentina
2 de junho - Argentina 2 x 1 Hungria (Fase de grupos)
6 de junho - Argentina 2 x 1 França (Fase de grupos)
10 de junho - Argentina 0 x 1 Itália (Fase de grupos)
14 de junho - Argentina 2 x 0 Polônia (Segunda fase)
18 de junho - Argentina 0 x 0 Brasil (Segunda fase)
25 de junho - Argentina 3 x 1 Holanda (Final)
Obs.: Argentina campeã mundial

Copa de 1982 - Espanha
13 de junho - Argentina 0 x 1 Bélgica (Fase de grupos)
18 de junho - Argentina 4 x 1 Hungria (Fase de grupos)
Obs.: Ardiles fez o quarto gol da Argentina
23 de junho - Argentina 2 x 0 El Salvador (Fase de grupos)
29 de junho - Argentina 1 x 2 Itália (Segunda fase)
2 de julho - Argentina 1 x 3 Brasil (Segunda fase)


"Os Caras das Copas"
 A coleção "Os Caras das Copas" da Folha de S. Paulo é composta por figurinhas-caricaturas recortáveis com 6x5 centímetros. A primeira foi publicada quando faltavam 365 dias para a abertura da Copa do Mundo. Nos dias subsequentes, a numeração foi regredindo, fazendo a contagem regressiva para o início do Mundial. No link folha.com.br/fg16866 é possível conferir todas as imagens publicadas