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sexta-feira, 21 de março de 2014

O primeiro capitão a levantar a taça do mundo


O capitão Belini levanta a taça conquistada na Suecia


Para a Memória


Bellini criou o gesto que virou tradição nas Copas


Zagueiro conquistou dois dos três mundiais dos quais participou


O Brasil perdeu nesta quinta-feira, dia 20, o primeiro capitão da Seleção Brasileira que conquistou o título de campeão do mundo. Hilderaldo Luís Bellini morreu no Hospital Nove de Julho, em São Paulo. O ex-jogador sofria de mal de Alzheimer desde 2011. Criador do gesto de levantar o troféu acima da cabeça para comemorar o título, que fez ao receber a Taça Jules Rimet após a conquista da Copa do Mundo de 1958, na Suécia, Bellini também foi campeão mundial em 1962 (como reserva de Mauro) e participou do mundial de 1966. No total, fez 51 partidas pela equipe canarinho. O auge de sua carreira foi no Vasco, onde faturou três títulos estaduais, mas jogou também pelo São Paulo e pelo Atlético-PR. Relembre a carreira de Bellini:

1930 - Nasce em 7 de junho de 1930 na cidade de Itapira, no Interior de São Paulo.

Quatro títulos pelo Vasco
1952 - Aos 22 anos, é contratado pelo Vasco da Gama depois de ter atuado pelos pequenos Itapirense e Sanjoanense. NO MESMO ANO conquista o título carioca: o Vasco foi campeão com 17 vitórias, dois empates e uma derrota, seis pontos a frente do Flamengo.

1956 - Conquista o seu segundo título carioca pelo Vasco, que fica com a taça com 16 vitórias, quatro empates e duas derrotas.

1957 - Faz sua estreia na Seleção Brasileira, no dia 13 de abril: empate por 1 a 1 com o Peru pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, no Estádio Nacional do Peru. NO MESMO ANO conquista com a Seleção Brasileira, já como capitão da equipe, a Copa Roca (taça disputada em dois jogos entre Brasil e Argentina).

Com Pelé na Copa da Suecia, em 1958
1958 - Conquista o título mundial como capitão da Seleção Brasileira na Copa da Suécia. Na final, o Brasil bateu a seleção anfitriã por 5 a 2. Ao receber a taça, Bellini a levanta sobre a cabeça executando esse gesto pela primeira vez, e que seria copiado por todos os campeões mundiais dali em diante. NO MESMO ANO, também como capitão, conquista a Taça Oswaldo Cruz, disputada entre Brasil e Paraguai. NO MESMO ANO conquista o seu terceiro Campeonato Estadual do Rio de Janeiro com o Vasco. Desta vez o título foi ganho após vitória sobre o Flamengo na final. NO MESMO ANO conquista o Torneio Rio-São Paulo com o Vasco.

1959 - Conquista, como capitão da Seleção Brasileira, a Taça Bernardo O'Higgins, disputada com o Chile.

1960 - Conquista, novamente com a braçadeira de capitão da Seleção Brasileira, a Copa Atlântica, competição disputada com o Paraguai, Uruguai e Argentina, em que as seleções jogaram entre si em turno único. NO MESMO ANO, é capitão do Brasil na conquista da sua segunda Copa Roca.

1961 - Conquista com a Seleção Brasileira sua segunda Taça Oswaldo Cruz.

Bellini foi para o
 São Paulo em 1962
1962 - Conquista o seu segundo título mundial, no Chile, mas desta vez como reserva de Mauro, que também herdou a tarja de capitão. NO MESMO ANO, como titular e capitão do Brasil, conquista a sua terceira Taça Oswaldo Cruz. NO MESMO ANO se transfere do Vasco para o São Paulo.

1966 - Participa de sua terceira Copa do Mundo. Jogou duas das três partidas do Brasil no mundial da Inglaterra, ambas como capitão da equipe. O Brasil é eliminado na primeira fase. A derrota para a Hungria por 3 a 1 é o seu último jogo com a camisa da Seleção Brasileira.

1968 - Se transfere para o Atlético-PR.

1969 - No dia 20 de julho, Bellini encerra a carreira em jogo entre o Atlético Paranaense e o Coritiba. A partida terminou 0 a 0.

2014 - Bellini morre no Hospital Nove de Julho, em São Paulo, no dia 20 de março.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Mário Travaglini: sucesso no Rio e em São Paulo

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Para a memória


Campeão no Palmeiras e no Corinthians


Treinador foi campeão também no Rio de Janeiro e pela Seleção Brasileira


Ele levou alegria para palmeirenses e corintianos, para paulistas e cariocas. Era definido por quem o conhecia como dono de um bom papo, educado, bom caráter e, claro, profundo conhecedor dessa arte chamada futebol. O esporte brasileiro perdeu na noite desta quinta-feira, dia 20, o ex-técnico Mário Travaglini, que estava internado há pouco mais de um mês devido a um câncer no cérebro. Tiveram a honra de ser orientados pelo "seo" Mário craques do quilate de Ademir da Guia, Dudu, Djalma Santos, Sócrates, Wladimir, Zenon, Rivellino, Roberto Dinamite, Carlos Alberto Torres, Paulo César Caju e Casagrande, só para citar alguns dos que levantaram títulos sob o comando do treinador.


Palmeiras, Vasco, Fluminense e Corinthians
Travaglini (o penúltimo em pé) com o Flu em 1977, um ano após o título
Antes de ser treinador, Travaglini defendeu como jogador os times do Clube Atlético Ypiranga, Palmeiras, Nacional e Ponte Preta, mas encerrou a carreira cedo, aos 29 anos. Iniciou a trajetória como treinador nos juvenis do Palmeiras. E foi no Parque Antártica que conquistou os primeiros títulos, comandando a primeira Academia de Futebol do Parque Antártica. Foi campeão paulista de 1966 e da Taça Brasil de 1967 com o Verdão. Depois, fez sucesso no futebol carioca, aonde conduziu o Vasco ao título Brasileiro de 1974 e o Fluminense ao campeonato carioca de 1976. Seis anos depois, foi campeão paulista pelo Corinthians, dirigindo o time da Democracia Corintiana.

Seleção Brasileira
Mário Travaglini também teve passagem pela Seleção Brasileira. Integrou a comissão técnica da equipe que foi à Copa do Mundo de 1978, disputada na Argentina, em que o Brasil - cujo técnico era Cláudio Coutinho - terminou na terceira colocação após vencer a Itália por 2 a 1, e terminou invicto no torneio. Além disso, dirigiu a Seleção Brasileira que conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1979, disputado em San Juan, Porto Rico. A equipe venceu Cuba na final, por 3 a 0. Veja abaixo os times campeões comandados por Travaglini.





OS TIMES DE TRAVAGLINI

Veja as escalações das equipes com que o técnico foi campeão

Campeão Paulista 1966
Palmeiras 3 x 0 São Paulo
Data: 15 de dezembro de 1966
Time do jogo da faixa:
Valdir Joaquim de Moraes (Maidana); Djalma Santos, Djalma Dias, Minuca e Ferrari; Zequinha e Ademir da Guia; Gallardo, Dario, Servilio e Rinaldo

Campeão da Taça Brasil 1967
Palmeiras 2 x 0 Náutico
Data: 29 de dezembro de 1967
Time da decisão:
Perez; Geraldo Scalera, Baldochi, Minuca e Ferrari; Dudu e Zequinha; César, Tupãzinho, Ademir da Guia e Lula.

Campeão Brasileiro de 1974
Vasco 2 x 1 Cruzeiro
Data: 1º de agosto de 1974
Time a decisão:
Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés e Alfinete; Alcir, Jorginho Carvoeiro e Zanata; Ademir, Roberto Dinamite e Luís Carlos

Campeão Carioca de 1976
Fluminense 1 x 0 Vasco
Data: 3 de outubro de 1976
Time da decisão:
Renato; Rubens Galaxe, Carlos Alberto Torres, Miguel e Rodrigues Neto;Carlos Alberto Pintinho, Paulo Cézar Cajú e Rivellino; Gil, Doval e Dirceu

Campeão dos Jogos Pan-Americanos de 1979
Brasil 3 x 0 Cuba
Data: 14 de julho de 1979
Time da decisão:
Luís Henrique; Valdoir, Luís Cláudio, Vágner Basílio e Édson Boaro; Vitor, Cléo e Jérson; Gilcimar, Silva e Silvinho (Cristovão).

Campeão Paulista de 1982
Corinthians 3 x 1 São Paulo
Data: 12 de dezembro de 1982
Time da decisão:
Solito, Alfinete (Zé Maria), Mauro, Daniel Gonzáles e Wladimir; Paulinho, Sócrates e Zenon (Eduardo); Ataliba, Casagrande e Biro-Biro

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Eusébio, o melhor de Portugal

Eusébio levou Portugal ao 3º lugar na Copa de 1966


Para a memória


Atacante levou Seleção Portuguesa a sua melhor Copa


Artilheiro do mundial de 1966, jogador foi o melhor da Europa um ano antes


O ex-atacante da Seleção Portuguesa Eusébio deu hoje o seu adeus ao Estádio da Luz, casa do Benfica, em Lisboa. Era desejo do ídolo português, morto na madrugada de domingo, que o caixão com o seu corpo desse uma volta diante das arquibancadas do clube que o consagrou antes do enterro. Maior ídolo do futebol lusitano, Eusébio levou a Seleção Portuguesa a sua melhor participação em Copas do Mundo, em 1966, na Inglaterra, com o terceiro lugar conquistado diante da União Soviética. Relembre abaixo a história de Eusébio:

1942: Eusébio nasce em Moçambique, na cidade de Lourenço Marques (atual Maputo, hoje capital do país). Na época o país africano era colônia portuguesa. 

Eusébio ao lado de Pelé em foto
da década de 1960
1961: É recrutado pelo Benfica aos 19 anos após chamar a atenção em jogos de um time local de Moçambique. Permaneceu no clube por quase 15 anos onde conquistou, entre outros títulos, 11 Campeonatos Portugueses e cinco Taças de Portugal. NESSE MESMO ANO estreia na Seleção Portuguesa com derrota por 4 a 2 para Luxemburgo, em jogo válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo no qual marcou o seu primeiro gol por Portugal.

1962: Conquista a Liga dos Campeões da Europa pelo Benfica ao bater na final o Real Madrid, de Puskás e Di Stéfano, por 5 a 3, sendo autor de dois gols. Foi o segundo, e até hoje o último, título europeu do Benfica, que havia conquistado a taça também no ano anterior, ainda sem contar com Eusébio porque o contrato do jogador ainda não estava regularizado.

1965: Conquista o prêmio Bola de Ouro, dado ao melhor jogador da Europa. É até hoje o único jogador de Benfica a ganhar esse prêmio. Entre os portugueses já foi conquistado por Luís Figo (em 2000, quando defendia o Real Madrid) e Cristiano Ronaldo (em 2008, pelo Manchester United).

1966: Conquista a artilharia da Copa do Mundo na Inglaterra, com nove gols. E é a maior estrela de Portugal naquela que é até hoje a melhor colocação da seleção lusitana em mundiais da Fifa, o terceiro lugar obtido com vitória por 2 a 1 sobre a União Soviética, em partida na qual marcou de pênalti o gol que abriu o placar.

Atacante levou a Chuteira
de Ouro duas vezes
1968: Conquista o prêmio Chuteira de Ouro concedido pela Uefa ao maior goleador dos campeonatos nacionais da Europa por ter feito 43 gols no Campeonato Português da temporada 1967/68. 

1973: Conquista pela segunda vez o prêmio Chuteira de Ouro após fazer 40 gols no Campeonato Português na temporada 1972/73. NESSE MESMO ANO marca o seu último gol pela Seleção Portuguesa, no dia 28 de março, em empate por 1 a 1 com a Irlanda do Norte, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.

1975: Deixa o Benfica. Atua profissionalmente por mais três anos defendendo equipes dos Estados Unidos, Canadá e de divisões inferiores de Portugal.

2014: Morre durante a madrugada de 5 de janeiro, aos 71 anos, após uma parada cardiorrespiratória.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

As finais de Pedro Rocha no São Paulo

Jogador fez o gol no primeiro jogo da final de 1975

Para a memória


Meia-atacante venceu as decisões de 1971 e 1975


Ídolo também foi campeão brasileiro, mas já não era mais titular da equipe


Os são-paulinos deram adeus, na terça-feira, dia 3, a um dos seus maiores ídolos da década de 1970, o uruguaio Pedro Rocha, enterrado no cemitério Crematório Municipal do Parque Paulista, em Taboão da Serra. O ex-meia-atacante - que morreu em sua casa na capital paulista aos 70 anos na segunda-feira, dia 2 - conquistou muito mais títulos pelo seu primeiro clube, o Peñarol, onde foi até campeão mundial, mas marcou a história do São Paulo com a participação em duas vitórias em finais de Campeonatos Paulistas, em 1971 e em 1975, além de ter anotado 113 gols em 375 jogos. Também participou da campanha do título Brasileiro de 1977, mas aí já não era mais titular. Recorde abaixo as finais que Pedro Rocha ajudou o São Paulo a conquistar.

Campeonato Paulista de 1971
O São Paulo chegou à última rodada do campeonato com um ponto de vantagem sobre o Palmeiras, justamente o seu adversário na decisão. Bastava um empate para o Tricolor ficar com a taça. Mas o time saiu do gramado do Morumbi com vitória de 1 a 0, gol marcado por Toninho Guerreiro aos cinco minutos do primeiro tempo. A polêmica do jogo ficou por conta da anulação de gol de Leivinha no segundo tempo. Mas, mesmo que tivesse sido validado o Tricolor ainda ficaria com o título já que jogava pelo empate.



SÃO PAULO 1 X 0 PALMEIRAS
Data: 27 de junho de 1971
Local: Estádio do Morumbi
SÃO PAULO: Sergio; Pablo Forlán, Jurandir, Arlindo e Gilberto Sorriso; Édson Cegonha e Gérson; Terto, Toninho Guerreiro, Pedro Rocha (Carlos Alberto) e Paraná. Técnico: Osvaldo Brandão
PALMEIRAS: Leão; Eurico, Luis Pereira, Minuca e De; Dudu e Ademir da Guia; Edu, Leivinha, Cesar e Pio (Fedato). Técnico: Mário Travaglini
Gol: Toninho Guerreiro, aos 5 minutos do primeiro tempo.


Campeonato Paulista de 1975
A final do Paulistão de 1975 foi disputada em dois jogos, entre São Paulo e Portuguesa. Apesar de o Tricolor ter feito melhor campanha ao longo da competição, o regulamento não dava à equipe nenhuma vantagem na decisão. Pedro Rocha foi fundamental na conquista ao anotar o gol da vitória no primeiro jogo, em que a equipe do Morumbi, comandada pelo técnico José Poy, venceu por 1 a 0. Na partida de volta, a Lusa bateu o Tricolor por 1 a 0, gol de Enéas. O São Paulo levou a taça na disputa de pênaltis, por 3 a 0, com Pedro Rocha convertendo o primeiro da série são-paulina.



SÃO PAULO 0 X 1 PORTUGUESA
3 X 0 nos pênaltis
Data: 17 de agosto de 1975
Local: Estádio do Pacaembu
SÃO PAULO: Waldir Peres; Nelson, Paranhos, Samuel e Gilberto Sorriso; Chicão, Pedro Rocha e Zé Carlos (Silva); Terto, Serginho e Muricy. Técnico: José Poy
PORTUGUESA: Zecão; Cardoso, Mendes, Calegari e Santos; Badeco e Dicá; Antônio Carlos, Enéas, Tatá e Wilsinho. Técnico: Oto Glória
Gol: Enéas, aos 31 minutos do primeiro tempo
Pênaltis: Pedro Rocha, Serginho e Chicão converteram para o São Paulo


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Brasil perde Gylmar dos Santos Neves e De Sordi

Time brasileiro posa para foto na Copa de 1958;
De Sordi é o primeiro em pé da esquerda para a direita; e
Gylmar o último em pé, do lado direito


Para a memória

Dupla ergueu a Jules Rimet em 1958


Já são três os campeões mundiais da Suécia que morreram este ano


Dois heróis do primeiro título mundial do Brasil se morreram neste fim de semana. O goleiro Gylmar dos Santos Neves e o lateral-direito De Sordi morreram e entram definitivamente para a memória do futebol brasileiro. O primeiro, além da Seleção Brasileira, foi ídolo do Corinthians e do Santos. O segundo marcou época no São Paulo. Neste ano um dos campeões mundiais da Suécia já havia morrido, o lateral-direito Djalma Santos. Dos 22 convocados para aquele mundial nove estão vivos.

Gylmar conquistou três Campeonatos
 Paulistas pelo Corinthians
Gylmar dos Santos Neves
Gylmar morreu em São Paulo, aos 83 anos, neste domingo, dia 25, devido a complicações decorrentes de um infarto que sofreu uma semana antes. Veja a trajetória do jogador que é, ainda hoje, considerado o maior goleiro brasileiro:
1930 – Nasce no dia 22 de agosto na cidade de Santos;
1951 – É contratado pelo Corinthians junto ao Jabaquara, de Santos. Conquista pelo clube do Parque São Jorge seu primeiro Campeonato Paulista;
Goleiro participou de três Copas
1952 – Conquista o Campeonato Paulista;
1953 – Conquista o Torneio Rio-São Paulo. Veste pela primeira vez a camisa da Seleção Brasileira em vitória de 8 a 1 sobre a Bolívia pelo Campeonato Sul-Americano;
1954 – Conquista o Campeonato Paulista e o Torneio Rio-São Paulo;
1958 – Conquista a Copa do Mundo da Suécia;
1962 – É contratado pelo Santos. Conquista o Mundial Interclubes, a Taça Libertadores da América, a Taça Brasil e o Campeonato Paulista. Pela Seleção Brasileira conquista a Copa do Mundo do Chile;
1963 – Conquista o Mundial Interclubes, a Taça Libertadores da América, a Taça Brasil e o Torneio Rio-São Paulo;
Dois títulos mundiais
 pelo Santos
1964 – Conquista a Taça Brasil, o Torneio Rio-São Paulo e o Campeonato Paulista;
1965 – Conquista a Taça Brasil e o Campeonato Paulista;
1966 – Participa de sua terceira e última Copa do Mundo. E conquista o Torneio Rio São Paulo;
1967 – Conquista o Campeonato Paulista;
1968 – Conquista o Torneio Roberto Gomes Pedrosa e o Campeonato Paulista;
1969 – Jogo de despedida da Seleção Brasileira, vitória de 2 a 1 sobre a Inglaterra.




Nílton De Sordi
De Sordi morreu em Bandeirantes, no interior do Paraná, aos 82 anos, no último sábado, dia 24, por falência múltipla dos órgãos. Confira a trajetória do ídolo são-paulino:
1931 – Nasce no dia 14 de fevereiro, em Piracicaba;
Lateral-direito conquistou
dois Campeonatos
Paulistas pelo Tricolor
1952 – É contratado pelo São Paulo junto ao XV de Piracicaba;
De Sordi foi titular de cinco
 dos seis jogos do Brasil
na Copa de 1958
1953 – Conquista o Campeonato Paulista;
1955 – Estreia na Seleção Brasileira no empate em 3 a 3 com o Paraguai em jogo pela Taça Oswaldo Cruz;
1957 – Conquista o Campeonato Paulista;
1958 – Conquista a Copa do Mundo da Suécia;
1961 – Faz seu último jogo pela Seleção Brasileira: vitória de 1 a 0 sobre o Chile pela Taça Bernardo O’Higgins;
1966 – Se aposenta como jogador de futebol.