Primeiro a marcar para os suíços foi De Sordi, em 1956
O lateral Maicon completa a lista dos que empurraram contra a própria rede
Os defensores da Seleção Brasileira, principalmente
os laterais-direito, não levam sorte contra a Suíça. Nas oito partidas entre as
duas equipes foram três gols contra do Brasil, já incluído o jogo disputado
nesta quarta-feira, dia 14, em que o autor do "favor" aos suíços foi
o lateral-direito Daniel Alves. A série de lambanças começa já no segundo
confronto entre as duas equipes, em 1956, em amistoso disputado em Zurique, na
Suíça. O segundo gol contra dessa história ocorreu em 2006, também em partida
ocorrida na Suíça, mas desta vez na Basileia. A principal diferença dos dois
jogos anteriores para o disputado nesta quarta-feira é que não terminaram em
derrota da equipe verde e amarela.
De Sordi fez gol contra
para a Suíça em 1956
Na partida de 11 de abril de 1956, o autor do gol
contra foi o zagueiro De Sordi do São Paulo, que dois anos mais tarde se
tornaria campeão na Copa do Mundo da Suécia. No mundial, De Sordi foi titular
de cinco dos seis jogos disputadas pela Seleção Brasileira. O placar final da
partida de 1956 foi 1 a 1, com o gol da Seleção Brasileira, que era comandada
pelo técnico Flávio Costa, sendo marcado pelo atacante Gino, também do São
Paulo.
Maicon mandou de cabeça contra o
gol brasileiro em 2006
A outra partida em que os brasileiros deram uma
mãozinha para os suíços ocorreu em 15 de novembro de 2006, no sexto jogo em que
a Seleção Brasileira era comandada pelo técnico Dunga. O ex-volante havia
assumido a equipe após o fracasso do Brasil na Copa do Mundo daquele ano, em
que o time comandado por Carlos Alberto Parreira foi eliminado após derrota por
1 a 0 para a França nas quartas de final. O lateral-direito Maicon, da
Internazionali de Milão, foi o autor do gol contra. O Brasil já vencia por 2 a
0 - gols de Kaká (Milan) e Luisão (zagueiro do Benfica) – quando Maicon, de
cabeça (como Daniel Alves), mandou a bola para o fundo do gol defendido por
Helton, do Porto. Final, 2 a 1 para o Brasil.
Último gol contra
Antes da partida contra a Suíça desta quarta-feira, o último gol contra da Seleção Brasileira havia sido marcado pelo zagueiro David Luiz, em amistoso contra a Seleção Mexicana na cidade de Torreón, no México, em 11 de outubro de 2011, quando a equipe verde e amarela ainda era comandada pelo técnico Mano Menezes. O defensor brasileiro tentou cortar um cruzamento do meia Barrera e acabou empurrando para o gol, sem chance para o goleiro Jefferson. O Brasil virou a partida com gols de Ronaldinho Gaúcho e Marcelo.
Aos 18 anos, craque nascido no Kosovo foi ao mundial da África do Sul
Xherdda Shaqiri é o Neymar da Seleção Suíça, que enfrenta o Brasil na
tarde desta quarta-feira em amistoso em Basileia, naquele país. E o craque
suíço tem características em comum com o brasileiro: ambos têm 21 anos, tentam um
lugar de titular em dois dos maiores times do mundo (no caso de Shaqiri é o
Bayern de Munique), tem o drible e a velocidade como as principais armas para
vencer a defesa adversária e gostam de jogar pelo lado esquerdo do campo. Há, também, diferença: se a Suíça se classificar
para a Copa do Mundo do Brasil será o segundo mundial de Shaqiri (contra o
primeiro de Neymar), e será muito mais difícil para o suíço descolar um lugar
no clube alemão do que o brasileiro no Barcelona, pelo menos é o que todos
apostam.
Se depender da campanha da Suíça nas Eliminatórias Europeias da Copa do
Mundo até aqui, Shaqiri pode preparar as malas para vir ao Brasil. A equipe
comandada pelo técnico alemão Ottmar Hitzfeld lidera o Grupo E com quatro
vitórias e dois empates, quatro pontos a frente da Albânia (segunda colocada da chave) e a cinco da
Islândia (terceira). Na Copa da África do Sul, a convocação de Shaqiri foi uma surpresa.
Aos 18 anos, ele foi chamado por Hitzfeld sem ter participado de nenhuma
partida das Eliminatórias, apesar de ter sido chamado para amistosos – a partida
de estreia pela seleção foi em 2010 contra o Uruguai. O jovem atleta jogou em
apenas uma partida no mundial, o empate de 0 a 0 com Honduras, no terceiro jogo
da primeira fase. Shaqiri entrou aos 33 minutos do segundo tempo no lugar do
volante Huggel. A Suíça foi desclassificada na primeira fase.
Nas eliminatórias para A Copa do Mundo do Brasil, Shaqiri atuou nos seis
jogos da equipe suíça, marcando apenas um gol, contra a Albânia, em 11 de
setembro do ano passado. A Suíça venceu por 2 a 0. O gol de Shaqiri abriu o
marcador, aos 23 minutos da etapa inicial, e o meia Inler deu números finais ao
placar, de pênalti, aos 23 minutos do segundo tempo. Nos seis jogos realizados
até aqui nas Eliminatórias, a Seleção Suíça fez oito gols.
Nasceu no Kosovo
O craque referência da Suíça nasceu no Kosovo, em 10 de outubro de 1991,
mas foi ainda menino para a Suíça. Formado nas categorias de base do Basel, um
dos principais clubes do país, foi profissionalizado aos 18 anos. Conquistou o
Campeonato Suíço nas temporadas 2009/10, 2010/11 e 2011/12 e a Copa Suíça em
2009/10 e 2010/11. As boas atuações
chamaram a atenção do Bayern que contratou o jogador em 2012. No clube alemão,
Shaqiri se tornou uma opção de luxo no banco. Segundo informações do site da
Fifa, na temporada passada, quando o Bayer conquistou a chamada Tríplice
(Campeonato Alemão, Copa da Alemanha e Copa dos Campeões da Europa), o meia
suíço fez 26 partidas no Campeonato Alemão tendo marcado quatro gols, cinco na
Copa da Alemanha (três gols) e sete na Copa dos Campeões (um gol). O único gol de
Shaqiri na competição continental foi anotado na vitória de 4 a 1 sobre o Bate
Barisov, da Bielorrússia, em Munique, pela primeira fase do torneio.
Shaqiri tem como características
jogar entre a faixa central e a esquerda do gramado. Seu ponto forte é a perna
esquerda, com a qual realiza cruzamentos milimétricos e também arremata muito
bem, além de conduzir e proteger bem a bola, e ter facilidade para fazer
dribles em velocidade. Mas também trabalha bem com a perna direita,
principalmente para realizar enfiadas de bolas para os companheiros. É bom
cobrador de falta, apesar de não ser o batedor oficial do Bayern. Se quiser saber sobre a história dos confrontos entre Brasil e Suíça, acesse http://historiasbola.blogspot.com.br/2013/08/suica-sempre-endurece-contra-o-brasil.html.
Foram três vitórias da Seleção Brasileira, um empate e uma derrota
Quando entrar em campo nesta
quarta-feira, dia 14, para enfrentar a Suíça no primeiro jogo preparatório
para a Copa do Mundo de 2014, a Seleção Brasileira vai ter pela frente uma
equipe sem grande tradição, mas que sempre trouxe dificuldades para o time
verde-amarelo. As duas seleções já se enfrentaram sete vezes, sendo que apenas
uma por competição oficial – a Copa do Mundo de 1950, no Brasil, empate em 2 a
2. Os outros seis jogos foram amistosos. No total foram três vitórias
brasileiras, três empates e uma vitória suíça. Nunca houve um placar elástico. A
maior vitória da Seleção Brasileira sobre os suíços foi 2 a 0, em dezembro de
1980, época em que o time canarinho era comandado pelo técnico Telê Santana. Disputada em Cuiabá, no Mato
Grosso, a partida contra a Seleção Suíça, foi preparatória para o Mundialito do
Uruguai – competição que teve a participação de todos os campeões mundiais (na
época Brasil, Alemanha, Itália, Uruguai e Argentina) e da Holanda (vice-campeã
dos dois mundiais anteriores, 1974 e 1978). O time comandado por Telê Santana
venceu os suíços com gols de Sócrates e Zé Sérgio, mas não escapou de ser
vaiado pela torcida brasileira no segundo tempo. Os torcedores esperavam uma
goleada. O Brasil saiu do gramado reclamando tanto das vaias quanto da retranca
montada pelos suíços. Telê Santana também se queixou das atuações no segundo tempo de Sócrates (que teria caído
muito pelas laterais deixando de preocupar a defesa suíça, na avaliação do
técnico) e Tita (que se deslocava de maneira errada, segundo Telê). Os
jogadores foram substituídos por Serginho e Paulo Isidoro, respectivamente. Sócrates artilheiro O gol de Sócrates na partida de Cuiabá foi marcado de
pênalti (sofrido pelo meia Renato, jogador do São Paulo) no primeiro tempo. Nos
confrontos com a Seleção Suíça, Sócrates marcou também na partida realizada em
17 de junho de 1983, na Basileia, na Suíça (vitória brasileira por 2 a 1),
sendo, com esses dois gols, o jogador brasileiro que mais anotaram contra os
suíços. A partida de Cuiabá ocorreu duas semanas antes da estreia do Brasil no
Mundialito do Uruguai. O time de Telê Santana ficou com o vice-campeonato da
competição, sendo derrotado na final pelos donos da casa por 2 a 1. Na fase
classificatória havia empatado com a Argentina (1 a 1) e vencido a Alemanha (4
a 1).
Derrota para os suíços A única derrota da Seleção
Brasileira para os suíços ocorreu em junho de 1989, quando a equipe verde e
amarela era comandada pelo técnico Sebastião Lazaroni. O time foi batido por 1
a 0 (gol de Turkylmaz), na Basileia, Suíça, no terceiro jogo de uma excursão
trágica pela Europa. Nessa turnê, o time de Lazaroni foi derrotado também pela
Suécia (2 a 1) e Dinamarca (4 a 0), e empatou com o Milan (0 a 0). O único gol
nas quatro partidas foi marcada pelo meia Cristóvão, na época jogador do Grêmio
e atual treinador do Bahia.
Maior vitória do Brasil:
BRASIL 2 X 0 SUÍÇA
Amistoso
Data: 21 de dezembro de 1980
Local: Estádio José Fragelli (em Cuiabá-MT)
BRASIL: João Leite; Edevaldo, Oscar, Luizinho e Júnior; Batista, Toninho
Cerezo, Tita (Paulo Isidoro) e Renato; Sócrates (Serginho) e Zé Sérgio. Técnico: Telê
Santana.
SUÍÇA: Burgener;
Lüdi, Zappa, Egli e Heinz Hermann; Wehrli, Botteron, Maissen e Scheiwiler;
Zwicker e Peter Marti (Tanner). Técnico: Leon Walker.
Gols: Sócrates e Zé Sérgio.
Única vitória da Suíça:
BRASIL 0 X 1 SUÍÇA
Amistoso
Data:21 de junho de 1989
Local:Estádio
Saint Jakob (Basileia, na Suíça)
BRASIL:Taffarel; Paulo
Roberto (13 - Branco), André Cruz, Ricardo Gomes e Mazinho;Dunga, Alemão e Valdo; Renato Gaúcho,
Gérson (Geovani) e Tita. Técnico: Sebastião Lazaroni.
SUÍÇA: M. Brunner (S.
Lehmann); S. Marini, A. Geiger, P. Schepull e M. Weber; M. Koller, H. Baumann
(D. Zuffi), Beat Sutter (H. Burri) e Alain Sutter (René Sutter); K. Turkyilmaz
e S. Chapuisat. Técnico: Ulrich "Uli" Stielike.
Gol: Turkylmaz
Os outros jogos:
28/6/1950 - Brasil 2 x 2 Suíça - Copa do Mundo (São Paulo/SP)
11/4/1956 - Brasil 1 x 1 Suíça - Amistoso (Zurique, na Suíça)
19/5/1982 - Brasil 1 x 1 Suíça - Amistoso (Recife/PE)
17/6/1983 - Brasil 2 x 1 Suíça - Amistoso (Basileia. na Suíça)
15/11/2006
- Brasil 2 x 1 Suíça - Amistoso (Basileia, na Suíça)
Lúcio no vestiário do São Paulo. Foto: divulgação/São Paulo
Merece respeito
Lúcio está afastado há duas semanas
Zagueiro treina em separado após desavença com o técnico Paulo Autuori
Duas vezes campeão mundial – uma interclubes e outra pela
Seleção Brasileira -, uma vez campeão da Liga dos Campeões da UEFA, três vezes
campeão alemão e uma vez campeão italiano, entre outros títulos, e mais de 100
partidas com a camisa do Brasil. Esse é o currículo, bastante simplificado, do
zagueiro Lúcio, de 35 anos, há duas semanas afastado do elenco são-paulino e se
vendo obrigado a treinar em separado. O prestígio do capitão da Seleção
Brasileira entre 2006 e 2011 é tanto que na viagem do Tricolor à Alemanha, na
semana passada, para participar da Copa Audi, o técnico Paulo Autuori foi
cobrado pela imprensa alemã sobre a ausência do jogador; e no Japão, o cartaz
de divulgação da Copa Suruga (que o clube paulista perdeu para o Kashima
Antlers) tinha a foto do zagueiro.
Lúcio chegou ao São Paulo no início do ano, contratado para
ser uma das estrelas do time na disputa da Taça Libertadores da América, depois
de 12 anos na Europa. Atuou em dois países no Velho Mundo, depois de ter sido
vendido pelo Internacional de Porto Alegre ao Bayer Leverkusen, da Alemanha.
Além do Leverkusen (2001 a 2004), jogou no Bayer Munique, entre 2004 e 2009.
Nesse segundo clube alemão é que começaram a vir os títulos: foram três
Campeonatos Alemães, três Copas da Alemanha e duas Copas da Liga Alemã. Antes
de ir para a Alemanha, o único título por clube que Lúcio havia conquistado foi
o Campeonato Gaúcho de 1997 pelo Inter (que o contratou junto ao Planaltina, do
Distrito Federal, time que o revelou). Nessa conquista, no entanto, o zagueiro,
com apenas 19 anos, era reserva.
Campeão europeu e
mundial interclubes
Em 2009, Lúcio trocou o futebol alemão pelo italiano. Foi
para a Internazionale de Milão. No clube milanês conquistou os mais expressivos
títulos interclubes de sua carreira. Na primeira temporada de Lúcio na Itália
(2009/2010), o clube comandado pelo português José Mourinho conquistou a
tríplice coroa. O mês de maio de 2010 foi mágico para a torcida da
Internazionale: em 5 de maio o clube conquistou a Copa Itália ao vencer a Roma
por 1 a 0; em 16 de maio o time garantiu o título da Liga Italiana com vitória
sobre o Siena por 1 a 0; e finalmente em 22 de maio conquistou a Liga dos
Campeões da Europa com vitória justamente sobre o seu ex-clube, o Bayer de
Munique. A final foi disputada no Estádio Santiago Bernabéu, em Madri, com os
italianos vencendo por 2 a 0, gols do argentino Diego Milito. Além de Lúcio,
outros brasileiros que participaram da final foram o goleiro Júlio César e o
lateral-direito Maicon.
A passagem pelo clube milanês marcou tanto Lúcio que no
início do ano, já no São Paulo, o zagueiro afirmou que Mourinho foi o melhor
técnico com quem já trabalho. Justificou afirmando que o treinador protege
muito o jogador que está sob o seu comando, e o atleta acaba “fechando com
ele”. Mas Mourinho não estava no banco
quando o defensor ganhou o seu segundo título mundial (o primeiro foi pela
Seleção Brasileira, em 2002). O técnico da Inter de Milão quando o clube conquistou
a taça, com vitória de 3 a 0 sobre o Mazembe, do Congo, era Rafa Benitez. Os
gols foram marcados por Pandev, Eto’o e Biabiaby. Ao trio brasileiro que
participou da conquista da Copa dos Campeões da Europa se somou outro
compatriota, o lateral-esquerdo Thiago Motta.
Passagens frustrantes
A estadia de Lúcio pela Europa foi finalizada com passagem de
apenas cinco meses pela Juventus de Turim, clube pelo qual conquistou a
Supercopa da Itália em 2012. Apesar do título, não se firmou entre os
titulares, o que fez com que chegasse a acordo com o clube para reincidir o
contrato. A passagem pelo São Paulo,
este ano, foi bastante tumultuada. Em apenas sete meses se envolveu em polemica
com dois técnicos. Primeiro em março, com o treinador Ney Franco, após ser
substituído em partida frente ao Arsenal de Sarandi, da Argentina, que venceu o
Tricolor por 2 a 1. Acabou perdendo a
condição de titular, que foi reconquistada posteriormente. Já em julho
se desentendeu com o técnico Paulo Autuori (contratado para o lugar de Ney
Franco) ao ser criticado por sua atuação frente ao Internacional de Porto
Alegre pelo Brasileirão. Foi afastado do grupo antes da excursão do Tricolor
pela Europa e Japão, em que o clube teve três derrotas e apenas uma vitória.
Seleção Brasileira
O primeiro técnico a chamar Lúcio para a Seleção Brasileira
foi Émerson Leão, para amistoso frente à Colômbia, no Estádio do Morumbi, em
São Paulo, em novembro de 2000. O zagueiro ainda jogava no Internacional de
Porto Alegre. O time canarinho venceu por 1 a 0, com gol do companheiro de zaga
de Lúcio, o ex-palmeirense Roque Júnior, na época jogando no Milan, da Itália.
Segundo levantamento feito pelo blog no site da RSSF Brasil – filial da
brasileira da RSSF, organização internacional que faz estatísticas sobre
futebol – o zagueiro disputou 107 partidas pela Seleção Brasileira. O
levantamento, seguindo os critérios da própria RSSSF Brasil, inclui jogos
contra times e combinados (estrangeiros ou nacionais).
Além do título mundial de 2002, conquistado na Copa do
Japão/Coréia do Sul, Lúcio venceu com a camisa da Seleção Brasileira duas
edições da Copa das Confederações, em 2005 e 2009. Anotou cinco gols, o m ais
importante deles na vitória por 3 a 2 sobre os Estados Unidos na final da Copa
das Confederações de 2009, disputada na África do Sul. Os outros dois gols do
Brasil no confronto, na época comandada pelo técnico Dunga, foram feitos pelo
centroavante Luís Fabiano. No outro título dessa competição, em 2005, na
Alemanha, sob a orientação do técnico Carlos Alberto Parreira, a taça foi
conquistada com vitória de 4 a 1 sobre a Argentina. Os gols brasileiros foram
de Adriano (2), Kaká e Ronaldinho Gaúcho.
Campeão mundial
Na Copa do Mundo de 2002, a defesa da Seleção
Brasileira, formada por três zagueiros, sofreu apenas um gol na fase
eliminatória (a partir das oitavas de final) da competição, melhor desempenho já
obtido por uma equipe canarinho nessa etapa do torneio. O trio titular do time
comandado pelo técnico Luiz Felipe Scolari era formado por Lúcio, Roque Júnior
e Edmilson. Lúcio, o goleiro Marcos, Cafu, Gilberto Silva, Ronaldo e Rivaldo
foram os seis jogadores que atuaram nos sete jogos da equipe no mundial. A
composição da zaga brasileira não foi a titular frente à China (vitória por 4 a
0, com gols de Roberto Carlos, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo), quando
Lúcio jogou ao lado de Roque Júnior e Ânderson Polga; e contra a Costa Rica
(vitória de 5 a 2, com gols de Ronaldo – 2 -, Edmilson, Rivaldo e Júnior para o
Brasil, e Wanchope e Gómes para a Costa Rica), com o trio de zagueiros formado
por Lúcio, Ânderson Polga e Edmilson. Afinal foi contra a Alemanha, com vitória
brasileira por 2 a 0, com dois gols de Ronaldo.
Principais jogos pela Seleção Brasileira
15 de novembro de 2000
1º jogo de Lúcio na Seleção
BRASIL 1 X 0 COLÔMBIA
Amistoso
Local: Estádio do Morumbi (São Paulo)
BRASIL: Rogério Ceni; Cafu, Lucio, Roque Júnior e Júnior; César Sampaio, Vampeta (Juninho Pernambucano), Juninho Paulista e Rivaldo; França (Adriano) e Edmundo (Marques). Técnico: Émerson Leão
COLÔMBIA: Calero; Martínez, Rodríguez, Yepes e Bedoya; Bolaño, Serna, Castillo e Viveros; Aristizábal e Angel (Bonilla). Técnico: Luis Augusto Garcia
Gol: Roque Júnior
28 de março de 2001
1º jogo de Lúcio em competição oficial
BRASIL 0 X 1 EQUADOR
Eliminatórias da Copa do Mundo
Local: Estádio Olímpico Atahualpa (Quito, no Equador)
BRASIL:Rogério Ceni; Belletti, Lúcio, Roque Júnior e Sylvinho (César); Émerson, Vampeta, Juninho Paulista e Rivaldo (Luizão); Ronaldinho Gaúcho (Euller) e Romário. Técnico: Émerson Leão
EQUADOR:Cevallos; De la Cruz, Hurtado, Poroso e Guerrón; Tenório (Sanchez), Mendez, Burbano e Aguinaga; Kaviedes (Obregón) e Delgado. Técnico: Hernán Dario Gomez
Gol: Delgado
25 de maio de 2002
1º jogo em que Lúcio usou a braçadeira de capitão. Ele não começou a partida como capitão, herdou a braçadeira de Roque Júnior, quando o zagueiro foi substituído por Ânderson Polga. Roque Júnior, por sua vez, havia pego a braçaceira de Émerson, que entregou a ele quando foi substituído por Gilberto Silva. Lúcio foi o terceiro capitão brasileiro no confronto. E ainda entregou a braçadeira para Ânderson Polga, quando foi substituído por Vampeta.
BRASIL 4 X O MALÁSIA Amistoso Local: Estádio Nacional Bukit Jalil (Kuala Lumpur, na Malásia) BRASIL: Marcos [(Dida); Lúcio (Vampeta), Edmílson (Denílson) e Roque Júnior(Ânderson Polga); Cafu (Belletti), Émerson (Gilberto Silva), Kléberson (Edílson); Ronaldinho Gaúcho (Juninho Paulista) e Roberto Carlos (Júnior); Rivaldo (Kaká) e Ronaldo (Luizão). Técnico: Luiz Felipe Scolari MALÁSIA: Azmin Azram Aziz (Mohd Syamsuri Mustafa); Norhafiz Zamani Misbah (Mohd Nizam Jamil), Rosdi Talib, Subri Sulong (Shahril Faizal) e Liew Kit Kong; Indraputra Mahayuddin (Koran Rajan), Muhamad Kaironnisam, Tengku Hazman Raja Hassan (Mohd Shukor Adan) e Ahmad Shahrul Azhar (Mohd Mazuki Yusof); Akmal Rizal Rakhli (Hasmawi Hassan) e Mohd Khalid Jamlus (Zainizam Marjan).Técnico: Alan Harris Gols:Ronaldo, Juninho Paulista, Denílson, Edílson. 03 de junho de 2002
1ª partida de Lúcio em Copa do Mundo
BRASIL 2 X 1 TURQUIA Copa do Mundo Local: Munsu Stadium (Ulsan, na Coréia do Sul) BRASIL: Marcos; Lúcio, Edmílson e Roque Júnior; Cafu, Gilberto Silva, Juninho Paulista (Vampeta), Rivaldo e Roberto Carlos; Ronaldo (Luizão) e Ronaldinho Gaúcho(Denílson). Técnico: Luiz Felipe Scolari. TURQUIA: Rüstu Reçber; Ümit Özat, Bülent Korkmaz (Ilhan Mansiz) e Alpay Özalan; Fatih Akyel, Tugay Kerimoglu (Arif Erdem), Emre Belözoglu, Hasan Sas, Yildiray Bastürk (Ümit Davala) e Hakan Ünsal; Hakan Sükür. Técnico: Senol Günes. Gols:Hasan Sas, Ronaldo e Rivaldo
30 de junho de 2002
Final da Copa do Mundo de 2002
BRASIL 2 X 0 ALEMANHA Copa do Mundo Local: Yokohama International Stadium (Yokohama, no Japão) BRASIL: Marcos; Lúcio, Edmílson e Roque Júnior; Cafu, Gilberto, Kléberson, Rivaldo e Roberto Carlos; Ronaldinho Gaúcho (Juninho Paulista) e Ronaldo (Denílson). Técnico: Luiz Felipe Scolari ALEMANHA: Kahn;, Linke, Ramelow e Metzelder; Frings, Hamann, Jeremies (Asamoah), Schneider e Bode (Ziege); Neuville e Klose (Bierhoff). Técnico: Rudi Völler Gols: Ronaldo (2)
09 de fevereiro de 2005
1º gol de Lúcio pela Seleção Brasileira
BRASIL7 X 1 HONG KONG Carlsberg Cup Local: Hong Kong Stadium (Hong Kong, na China) BRASIL: Júlio César; Cafu, (Belletti), Lúcio, Juan e Roberto Carlos (Gilberto); Émerson,Juninho Pernambucano (Elano), Zé Roberto (Renato) e Ronaldinho Gaúcho (Alex); Robinho e Ricardo Oliveira (Júlio Baptista). Técnico: Carlos Alberto Parreira HONG KONG: Fan Chun Yip (Xiao Guo Ji); Lee Wai Man, Feng Ji Zhi (Ng Wai Chu) e Man Pei Tak; Wong Chun Yue (Lee Sze Ming), Szeto Man Chun (Luk Koon Pong), Lau Chi Keung, Poon Yiu Cheuk e Law Chun Bong (Chu Siu Kei); Cheung Sai Ho (Chan Siu Ki) e Au Wai Lun. Técnicos: Lai Sun-Cheung e Tsang Wai-ChungGols: Ricardo Oliveira (2), Lúcio, Roberto Carlos, Ronaldinho Gaúcho, Robinho, Alex e Lee Sze Ming.
29 de junho de 2005
Brasil conquista a Copa das Confederações
BRASIL 4 X 1 ARGENTINA Copa das Confederações Local: Waldstadion (em Frankfurt, na Alemanha) BRASIL:Dida; Cicinho (Maicon), Lúcio, Roque Júnior e Gilberto; Émerson, Zé Roberto,Kaká (Renato) e Ronaldinho Gaúcho; Robinho (Juninho Pernambucano) e Adriano I. Técnico: Carlos Alberto Parreira.ARGENTINA: German Lux; Fabricio Collocini, Diego Placente, Gabriel Heinze e Javier Zanetti; Esteban Cambiasso (Pablo Aimar), Lucas Bernardi, Juan Riquelme e Juan Sorín; Cesar Delgado (Luciano Galletti) e Luciano Figueroa (Carlos Tevez). Técnico: José Pekerman Gols:Adriano (2), Kaká, Ronaldinho Gaúcho e Pablo Aimar.
16 de agosto de 2006
Jogo em que Lúcio assume a função de capitão da Seleção Brasileira
BRASIL 1 X 1 NORUEGA Amistoso Local: Ullevaal Stadion (Oslo, na Noruega) BRASIL:Gomes; Cicinho (Maicon), Lúcio, Juan (Alex Costa) e Gilberto; Edmílson (Dudu Cearense), Gilberto Silva, Elano (Júlio Baptista) e Daniel Carvalho (Vágner Love); Robinho e Fred. Técnico: Dunga. NORUEGA: Thomas Myhre; Anders Rambekk, Erik Hagen (Kjetil Wæhler), Brede Hangeland e John Arne Riise; Fredrik Strømstad (Christian Grindheim), Kristofer Hæstad, Martin Andresen e Morten Gamst Pedersen (Ole Martin Årst); Ole Gunnar Solskjaer (Steffen Iversen), John Carew (Daniel Braaten). Técnico: Åge Hareide Gols:Morten Gamst Pedersen, Daniel Carvalho
28 de junho de 2009
Brasil conquista a Copa das Confederações
BRASIL 3 X 2 ESTADOS UNIDOS Copa das Confederações Local: Estádio Ellis Park (Johannesburgo, na África do Sul) BRASIL:Júlio César; Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos (Daniel Alves); Gilberto Silva, Felipe Melo, Ramires (Elano) e Kaká; Robinho e Luís Fabiano. Técnico: Dunga ESTADOS UNIDOS:Tim Howard; Jonathan Spector, Carlos Bocanegra, Oguchi Onyewu e Ricardo Clark; Jay DeMerit, Benny Feilhaber (Sacha Kljestan), Landon Donovan e Clint Dempsey; Jozy Altidore (Jonathan Bornstein) e Charlie Davies (Conor Casey). Técnico: Bob BradleyGols: Luís Fabiano (2), Lúcio, Clint Dempsey e Landon Donovan
4 de junho de 2011
Centésimo jogo de Lúcio pela Seleção Brasileira
BRASIL 0 X O HOLANDA Amistoso Local: Estádio Serra Negra (Goiânia, em Goiás) BRASIL:Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva e André Santos (Adriano Correia); Lucas Leiva (Sandro), Elano (Lucas), Ramires e Robinho (Elias); Fred (Leandro Damião) e Neymar. Técnico: Mano Menezes HOLANDA:Tim Krul; Gregory Van de Wiel (Khalid Boulahrouz), Johnny Heitinga, Joris Mathijsen e Erik Pieters; Nigel De Jong (Hedwiges Maduro), Kevin Strootman (Stijn Schaars), Ibrahim Afellay e Dirk Kuyt (Eljero Elia); Arjen Robben e Robin Van Persie (Klaas-Jan Huntelaar). Técnico: Bert Van Marwijk
5 de setembro de 2011
Último jogo de Lúcio pela Seleção Brasileira até o momento
BRASIL 1 X 0 GANA Amistoso Local: Craven Cottage Stadium (Londres, na Inglaterra) BRASIL:Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva e Marcelo; Lucas Leiva, Fernandinho (Hulk) e Paulo Henrique Ganso (Elias); Neymar, Ronaldinho Gaúcho e Leandro Damião (Alexandre Pato).Técnico: Mano Menezes GANA:Adam Larsen Kwarasey; John Paintsil, Jonathan Mensah, Isaac Vorsah e Daniel Opare; Samuel Inkoom (Prince Tagoe), Emmanuel Agyemang-Badu (Albert Adomah), Derek Boateng (Rabiu Mohammed), Sulley Muntari (Lee Addy) e Kwadwo Asamoah (Anthony Annan); Jordan Ayew (Dominic Adiyah). Técnico: Goran Stevanovic. Gol: Leandro Damião
Time brasileiro venceu o Oita Trinita com gols de Alecsandro e Andrezinho
Disputado
desde 2008, a Copa Suruga, que o São Paulo tenta conquistar nesta quarta-feira
(dia 7) frente ao Kashima Antlers, teve apenas um clube brasileiro como
vencedor, o Internacional de Porto Alegre. A competição coloca frente a frente
o campeão da Copa Sul-Americana e o campeão da Copa da Liga Japonesa, em uma
única partida. O Inter faturou a taça em 2009, na sua segunda edição, após se
tornar campeão do torneio sul-americano do ano anterior batendo o Estudiantes
da Argentina (placares de 1a 0 e 1 a 1).
O confronto pela Copa Suruga foi contra
o Oita Trinita, clube que tinha dois brasileiros entre os seus titulares - os
meias Edmilson e Fernandinho. O Inter, comandado pelo atual técnico corintiano
Tite, venceu por 2 a 1. Autor
do passe para o primeiro gol do clube brasileiro - aos quatro minutos do
segundo tempo, convertido pelo atacante Alecsandro (atualmente no Atlético MG)
- e do segundo gol gaúcho - aos 13 minutos da etapa final com um chute de fora
da área - o meia Andrezinho (atualmente no futebol chinês após passagens pelo
Botafogo do Rio) foi eleito o melhor jogador da partida.
Veja a escalação do Inter na partida contra o Oita Trinita: Michel
Alves; Bolivar, Índio, Sorondo e Kléber (Marcelo Cordeiro); Sandro, Guiñazú,
Andrezinho (Danny Morais) e Giuliano (Danilo Silva); Taison (Bolaños) e
Alecsandro (Glaydson).
Equipe da Vila vencia Barcelona, permitiu empate e foi derrotada nos pênaltis
O Santos tenta nesta sexta-feira (dia 2), na partida que marca a apresentação de Neymar à torcida do Barcelona, conquistar uma taça que escapou por muito pouco de suas mãos em 1998, primeira e única vez (até então) que o clube da Vila Belmiro disputou o Troféu Joan Gamper. A taça foi criada pelo Barcelona em 1966 para homenagear o primeiro presidente do clube - o suíço Hans-Max Gamper Haessig, que ficou conhecido na Catalunha como Joan Gamper – e até hoje foi vencida por apenas um clube brasileiro, o Inter, em 1982.
Quando o Santos disputou a taça em 1998 era a segunda vez na história do torneio que participavam apenas dois clubes (o Barcelona e um convidado). Até 1996, eram quatro os times que lutavam pelo título, mas de 1997 até hoje passaram a ser apenas o anfitrião e um convidado. Aquela edição com o clube da Vila Belmiro também foi a última, até esta sexta-feira, com a participação de um time brasileiro. “É uma grande vitrine, uma grande oportunidade para o Santos recuperar, para os times brasileiros recuperarem, o mercado europeu”, afirma Guilherme Nascimento, historiador do Santos FC, em vídeo produzido pela TV oficial do clube.
Santos saiu na frente
Na partida de 1998, o Santos empatou em 2 a 2 com o Barcelona no tempo normal. O clube da Vila Belmiro abriu o placar aos 32 minutos com gol de falta marcado pelo lateral direito Anderson. Mas ainda no primeiro tempo permitiu que o clube azul e grená virasse o placar com gols de Rivaldo (aos 39 minutos) e Figo (aos 41) em uma falha do goleiro Zetti. Os times voltaram bastante alterados no segundo tempo, com muitas substituições. Logo aos 2 minutos o Santos, que era comandado pelo técnico Leão, chegou ao empate com gol de Adiel que intervalo havia entrado no lugar Jorginho, capitão da equipe
Nos pênaltis, o clube espanhol venceu por 5 a 4. Pelo Peixe, converteram as cobranças Narciso, Fernandes, Anderson e Elder e desperdiçaram Sandro, Argel e Claudiomiro. Já os pênaltis marcados pelo Barcelona foram batidos por Nadal, Figo, Roger, Zenden e Luís Enrique, enquanto Oscar e Sergi perderam as suas cobranças
Escalações:
Barcelona: Hesp; Nadal, Okunowo e Abelardo; Sergi, Celades (Roger), Cocu e Giovanni (Oscar); Figo, Luís Enrique e Rivaldo (Zenden).Técnico: Louis van Gaal.
Santos: Zetti; Anderson, Jean (Sandro), Argel e Athirson (Gustavo); Claudiomiro, Narciso, Jorginho (Adiel) e Lúcio (Fernandes); Viola (Elder) e Aristizabal (Alessandro). Técnico: Leão.
Inter é o único brasileiro que levou o Troféu Joan Gamper
Equipe gaúcha conquistou a taça que o Santos disputa amanhã em 1982
Disputado desde 1966, o Troféu Joan Gamper, que estará em
jogo nesta sexta-feira (dia 2) em partida entre o Barcelona (clube organizador) e o Santos, já
teve a participação de cinco clubes brasileiros, incluindo a própria equipe da
Vila Belmiro. Somente o Internacional de Porto Alegre conseguiu conquistar a
taça, em 1982, no Estádio Camp Nou. Na época, como ocorria desde que a competição foi iniciada, o
torneio era disputado por quatro equipes (a taça passou a ter apenas dois clubes
em 1997). O Inter eliminou o Barcelona no primeiro jogo e disputou a final
contra o Manchester City.
Troféu disputado em Barcelona
(foto: Wikipedia)
Além de Inter (3 vezes) e Santos (uma vez, em 1998), os
outros brasileiros que participaram do torneio – criado para homenagear o
primeiro presidente do clube catalão, o suíço Hans-Gamper Haessig, que era
conhecido no clube como Joan Gamper – foram Vasco (3 participações), Flamengo
(1) e Botafogo (1). A participação em que o clube gaúcho foi campeão ocorreu no
mesmo ano em que a Seleção Brasileira encantou o mundo com um futebol de pura
arte na Copa da Espanha, com a equipe que tinha o meio de campo formado por Cerezo,
Falcão, Sócrates e Zico.
Estréia de Maradona
No ano em que o Inter se sagrou campeão – como ocorre na
atual edição – o torneio serviu para apresentar à torcida um grande reforço, o
astro argentino Diego Armando Maradona. Agora a novidade é Neymar. Mas a
presença do craque não foi suficiente para que o placar da partida inaugural
fosse aberto. O jogo terminou 0 a 0, em partida que teve três bolas na trave,
uma do Inter com o lateral direito Edevaldo e duas do Barça com Maradona e o
alemão Bernd Schuster. A classificação para a final foi decidida nos pênaltis,
com vitória do clube gaúcho por 4 a 1 (Maradona foi o único jogador do Barcelona que converteu o pênalti). Na outra partida semifinal o confronto
foi entre Colônia (Alemanha) e Manchester City (Inglaterra), que também foi
para a decisão por pênaltis após empate em 1 a 1.
O azarão Inter, convidado para ser um mero coadjuvante, foi
para a final. Na partida contra o Manchester City os gols aconteceram somente
no segundo tempo. O clube gaúcho abriu 3 a 0 no placar com Edevaldo (de
pênalti), Paulo César e Fernando Roberto. O time inglês descontou com McDonald.
Algumas das estrelas daquele time que marcaram época foram o goleiro paraguaio
Benitez (campeão brasileiro pelo Inter em 1979, entre outros títulos), o
lateral direito Edevaldo (reserva da Seleção Brasileira na Copa de 1982), o
zagueiro Mauro Galvão (campeão brasileiro de 1979 e com várias passagens pela
seleção) e o uruguaio Rubén Paz (tricampeão gaúcho 1982, 1983 e 1984 e
considerado o melhor jogador do Mundialito de 1980).